quarta-feira, 19 de agosto de 2015

O Trantorno do deficit de atenção e o amor: ficar ou não ficar sozinho ...





Andei conversando muito sobre o tema TDAH e TDA essa semana, se refere aos transtornos de deficit de atenção, acompanhados ou não de hiperatividade, existem pessoas que são somente desatentas, dizemos que são os indivíduos que vivem no mundo da lua e os hiperativos são aquelas pessoas agitadas que não conseguem parar quietas, mas ainda tem a questão da impulsividade, aqueles que agem por impulso.

Existe uma lista enorme se sintomas a respeito deste transtorno, que é evidenciado principalmente em crianças em idade escolar, pois acarretam as dificuldades de aprendizagem, mas pouco se falam sobre o transtorno na idade adulta.

Como nosso blog fala sobre relacionamentos, queria entrar na questão do relacionamento destas pessoas. O número de pessoas que possuem algum grau deste transtorno é muito grande e uma das maiores dificuldades quando chega a idade adulta é a maneira pela qual está se relaciona com as outras pessoas. Para se ter uma idéia, 70% das pessoas que conseguem casar se divorciam, devido as suas dificuldades com o transtorno.

Mas porque isso acontece, o TDAH é impulsivo, então ele se apaixona e desapaixona muito fácil e rapidamente e com grande intensidade, sua baixa auto estima atrapalha na hora de construir uma imagem de si mesmo, de se sentir confiante para se relacionar com alguém, além de ter tendência a desenvolver ansiedade e depressão. Apesar do TDAH e TDA não conseguir prestar atenção nas coisas, ele é muito exigente a respeito da atenção do seu parceiro, ele quer muita atenção, coisa que muitas vezes ele esquece de dar. Outra coisa é a falta de memória, esquecer datas de aniversário, esquecer compromissos importantes, toma decisões sozinho, muitas vezes interferindo na vida do parceiro, sem que o parceiro tome ciência das decisões e o falar sem pensar, algumas vezes o individuo sem querer pode acabar dizendo algo que magoe e se arrepende em seguida do que foi dito.

Para quem está de fora, talvez não pareça algo tão difícil, mas para quem tem o transtorno, é viver em uma sensação de fracasso constante, sentimento de inferioridade, que podem levar ao alcoolismo e as drogas.

Mas será então que é isso, a pessoa com TDA e TDAH é uma pessoa problemática e difícil de lidar e está fadada a ficar sozinha?

Ao meu ver não, uma pessoa que tem o transtorno de deficit de atenção, não é como um psicopata, muito pelo contrario, essa pessoa tem sentimentos, só não consegue expressa-los, as dificuldades sociais são evidentes e refletem na sua vida afetiva, essas pessoas só precisam encontrar a pessoa certa.

Então vamos lá, quem seria esse super herói? Não existe um super herói, somos todos humanos, mas muitas vezes os sentimentos ficam acima das dificuldades. 

Uma pessoa TDAH e TDA jamais entrará em um bom relacionamento com um parceiro que cobre além de suas capacidades, uma coisa é incentivar e outra é cobrar de forma insistente e ofensiva, cobrar organização, cobrar que ele preste atenção, que ele se lembre de tudo, são coisas que geram brigas e sentimento de fracasso e inferioridade para quem tem o TDAH e TDA, é muito torturante ser cobrado por uma coisa, que por mais que você tente você não conseguirá fazer.

O par ideal para o TDAH e TDA é aquela pessoa paciente, que dialoga. Está bem, ninguém é bonzinho o tempo todo e como qualquer humano a outra pessoa também tem suas necessidades, mas ao invés de cobrar e brigar, principalmente pela atenção, que muitas vezes o TDAH e TDA esquece de dar a seu parceiro, este parceiro chama a atenção conversando e diz: "olha, eu estou aqui e você não está me dando atenção, não está me tratando como eu mereço e eu faço tudo por você". 

Em uma relação de troca uma pessoa apesar de seus problemas de atenção, daria conta da importância do outro em sua vida e mudaria de atitude procurando se esforçar mais, pois pessoas com transtorno do deficit de atenção também sofrem com uma grande carência emocional, sendo assim, quando essas pessoas encontram esse porto seguro para ancorar, sem brigas, sem ofensas, sem cobranças, suas vidas se transformam.

Meu conselho, para quem estiver lendo este texto e sofrer deste transtorno, não desista da vida, não passe sua vida sozinho, seres humanos foram feitos para viver em grupos. Se caso vocês sintam uma grande dificuldade de se socializar, de se manter em um relacionamento amoroso, procure ajuda médica.
Procurem também o parceiro certo para vida de vocês, não é porque vocês tem certas dificuldades, que tem que ouvir ofensas de seus parceiros, aguentar brigas, se sentirem por baixo.
Como eu mesma já disse muitas vezes nesse blog, relacionamentos amorosos verdadeiros, são duas pessoas muito amigas que querem dividir suas vidas. Gente, amigo não xinga, amigo não briga.
Procurem pessoas pacientes e compreensivas, pessoas companheiras, amigas, que te entendam, dialoguem, que te respeitem.
Não esperem sentir aquele amor paixão, muitas vezes é fogo de palha e acaba rápido, pense no amor de outra forma, pense no que você quer para o futuro. Esse amor amizade é o que eu considero amor verdadeiro, o único que é capaz de durar para sempre.




terça-feira, 18 de agosto de 2015

Porque insistimos no amor não correspondido?

 

 

Por que algumas vezes aceitamos um amor não correspondido e outras vezes não?

Por




Mais um dilema da psicologia parece ter sido solucionado – e mais uma vez a SUPER dá uma forcinha para ajudar na recuperação de corações partidos. Mas, para isso, vamos começar do começo.  Alguns estudos científicos sugerem que, quando algo é tirado de nós por motivo de força maior (uma lei, o fim de um relacionamento, uma restrição médica etc.), nosso cérebro nos faz acreditar que a nova situação vai ser boa. Outros estudos, porém, descobriram que as pessoas na verdade reagem negativamente e passam a querer a coisa proibida mais do que nunca. Qual dos lados está certo?

Na prática, sabemos que as duas coisas podem ocorrer. Mas o que vai determinar se será de um jeito ou de outro? Um estudo da Universidade de Waterloo (Canadá) e da Universidade Duke (EUA), publicado no jornal Psychological Science, sugere algo interessante: temos a tendência de nos rebelar contra uma regra ou situação quando achamos que ela não é definitiva – e a aceitamos mais facilmente quando ela parece ser pra valer. 


O experimento

Para esse estudo, os voluntários leram um texto que dizia que o governo havia decidido reduzir os limites de velocidade nas cidades porque isso aumentaria a segurança da população. Mas um grupo foi informado de que essa lei iria entrar em vigor com certeza; outros, que isso provavelmente iria acontecer, mas que ainda havia uma pequena chance de ela ser derrubada.
Os maiores apoiadores da lei faziam parte do grupo que achava que o limite de velocidade iria ser reduzido definitivamente. E o grupo que acreditava que ainda havia uma possibilidade de isso não acontecer foi o que menos apoiou, com índices abaixo do grupo controle.

Amor não correspondido

Para Laurin, isso confirma que, se uma restrição é definitiva, as pessoas acabam encontrando uma maneira de viver com ela. E isso explicaria nossa reação a um amor não correspondido. Se a pessoa te dá uma negativa, mas você percebe sinais de que ela pode vir a mudar de ideia, seu cérebro não entende isso como um “não” absoluto. Antes, você vai nutrir a ideia de que pode fazê-la mudar de ideia – e isso só vai fortalecer o seu desejo e sentimento, fazendo-o acreditar que precisa lutar para alcançar o objetivo. Mas, se sentir que o “não” foi definitivo, seu cérebro vai acabar se convencendo de que você não gosta da pessoa tanto assim e vai desencanar. O mesmo acontece com o fim de um namoro e pode nos ajudar a entender por que alguns levam poucos meses para esquecer o coração partido, enquanto outros chegam a levar anos. É claro que há outros aspectos envolvidos, como o tempo e a intensidade do namoro e muitas outras coisas. Mas uma coisa é certa: se você achar que tem chances de voltar com o relacionamento, vai demorar mais para superá-lo. Fins definitivos podem doer, mas o seu cérebro vai te dar uma ajudinha nesse caso.

(Via Psychological Science)

Retirado do site da revista: Super interessante. 

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Doenças venéreas





Esses dias estive refletindo a respeito de uma temática muito importante, doenças venéreas.

Saiu uma reportagem esses dias na internet, sobre uma pesquisa cientifica, a respeito do vírus HPV e que este vírus pode ser transmitido até mesmo através do beijo na boca. Sim, realmente é tudo verdade, como a herpes é transmitida pela boca, o HPV também pode ser transmitido, pois em alguns casos tem o surgimento de verrugas na boca e nódulos, que podem gerar câncer, esses casos vem crescendo nos últimos anos.

A questão é, que existem muitos tipos diferentes de vírus HPV em todo o mundo e um grande número de pessoas que iniciaram a vida sexual, em algum momento já entraram em contato com esse vírus, sendo que a maior parte das variações do vírus permanecem adormecidas no organismo e manifestam quando a imunidade do individuo cai e em alguns casos pode nunca se manifestar, de todos os tipos de vírus, dois deles causam o câncer do colo do útero e em casos raros podem causar câncer no anus do homem, pois no homem as verrugas se manifestam no anus. Porém o mais comum é o câncer do útero, as mulheres são as mais afetadas pelo vírus HPV.

Prevenção continua sendo a coisa mais importante, não podemos esquecer que a AIDS ainda é uma realidade e mata, então o uso da camisinha deve ser obrigatório.

Porém o que quero chamar atenção de vocês é que nem sempre a camisinha pode ser a tábua de salvação, existem doenças que são transmitidas independente do uso de preservativo, não quero assustar vocês, quero somente alertar e dar dicas para manter uma vida saudável.

Fiz um seminário ano passado a respeito de uma doença que ataca os homens e sua transmissão não depende do uso da camisinha. A doença cancro mole, no inicio confundida com sífiles, porem os cancros da sífiles são duros, no cancro mole o tecido fica mole e abrem buracos enormes na região do pênis e escroto, essa doença tem maior incidência em países do terceiro mundo, onde há uma maior resistência quanto ao uso da camisinha, mas independente da camisinha, a doença inicia com feridinhas na virilha e quando uma pele encosta na outra a outra pessoa se contamina. 

É uma doença que ataca principalmente homens, porque nas mulheres ela se mantem dormente, não se manifesta, porem uma mulher pode infectar vários homens e não saber que tem a doença. É o contrário por exemplo das cândidas, que se manifestam mais em mulheres e nos homens permanecem dormentes.

Como então se proteger de doenças que burlam a ação da camisinha, realmente difícil, estamos sujeitos ao contato com vírus e bactérias o tempo todo, o melhor a se fazer no caso de vírus HPV é ir ao médico todos os anos e fazer um acompanhamento, fazer preventivos, usar camisinha sempre, pois de todos os vírus a AIDS ainda é o pior.

Uma coisa interessante e importante, evite fazer sexo oral sem camisinha, ou melhor evite, caso você não conheça a pessoa que está com você, se não existe um relacionamento monogâmico, as chances de pegar o vírus da AIDS através da boca são minimas, mas existe através do sexo oral, pois você pode ter um machucado na boca, uma carie, uma porta de entrada para vírus direto para corrente sanguínea. 

No caso do cancro mole que me referi acima, uma medida de prevenção além da camisinha, seria a pessoa se lavar o mais rápido possível assim que termina o ato sexual, pois as feridas localizadas na pele da virilha soltam enzimas que transmitem a doença com atrito, então o melhor a se fazer é lavar sem cerimonia, pois quanto mais tempo demora o contato com esse fluido, maior os riscos de contágio.

Vocês podem me criticar, se perguntar. O que ela está tentando fazer? me colocar medo? Não de maneira nenhuma. Sexo para uns é a expressão do amor entre duas pessoas, mas para outros é uma atividade de busca do prazer. Não vou criticar aqueles que gostam de praticar o sexo casual, mas quero somente alertar para as questões de saúde, a vida é de vocês, as escolhas são de vocês, mas procurem se cuidar, sem camisinha não dá e tem que ter um acompanhamento médico, pois a realidade é essa, "quem tá na chuva é para se molhar".

Podem me chamar de piegas, mas na minha opinião o amor romântico e a monogamia sincera dão maior liberdade sexual ao casal, porém estou me referindo a monogamia verdadeira, sem traições. Um casal monogâmico de verdade pode fazer livremente o ato sexual, com uso de métodos contraceptivos com a única preocupação de decidir quando terão seus filhos, ou seja, usar camisinha, DIU, pílula, para evita-los, sem a preocupação de se contaminar com doenças, sem medos, sem pressões. Eu sou uma das pessoas que acreditam que sexo deveria ser a expressão do amor de um casal.

Conselhos de hoje, como procuro ser imparcial, para aqueles que gostam de praticar sexo casual com muitos parceiros, nunca esqueçam a camisinha, tenham higiene assim que acabar o ato sexual, pois você não conhece direito a pessoa com quem praticou sexo, evite sexo anal sem camisinha, pois transmite AIDS com até mais facilidade por ser uma região de muitas veias, uma pode se romper e o vírus vai direto para corrente sanguínea, evite sexo oral com pessoas estranhas, as chances são pequenas, mas nunca se sabe quando se tem uma carie na boca, procure um médico para fazer uma avaliação todo ano, faça preventivo. 

Para aqueles que procuram a monogamia a liberdade é maior, mas as avaliações anuais com médico depois de uma certa idade são indispensáveis e os preventivos também. Para os monogâmicos, é preciso que se mantenham verdadeiramente monogâmicos, para aqueles que pensam em deixar a monogamia, reflitam a respeito do que leram e procurem tomar os devidos cuidados.

sábado, 25 de julho de 2015

É preciso deixar ir embora






Quem nunca se torturou com uma dúvida, com a necessidade de decidir entre ir e ficar, fazer ou não fazer, dizer ou calar? E vamos ser sinceros… essas dúvidas são vozes do nosso medo mesmo. Dúvida é medo de escolher errado, medo de perder alguma parte de um todo que nunca nos pertenceu, medo de deixar ir alguma coisa da qual não temos controle…

Nós somos ensinados que ter é sinônimo de poder, de estabilidade, de alicerce, de prosperidade, de segurança, de conforto. E não me refiro apenas às coisas materiais. Desde a infância somos induzidos a reter, a nos apegarmos a tudo. E assim crescemos e nos tornamos escravos das nossas necessidades de posse e parâmetros. E como não poderia deixar de ser, nos frustramos quando não conseguimos o controle sobre o fluxo natural do deixar de ter, e nos deparamos com a nossa incapacidade absoluta de controlar o incontrolável.

Pouco somos orientados a deixar ir o que não nos serve mais. É árduo o aprendizado de partir e ver partir o que acreditamos que é nosso. É difícil aceitarmos o fluxo e termos a certeza de que o presente é o tempo e o lugar certo que nos cabe agora. E por isso sofremos. Mas sofremos muito. É um parto a fórceps para a maioria de nós conseguirmos deixar ir embora.

E às vezes nós é que precisamos ir embora… Ir embora de casa para vermos o mundo sem as mãos protetoras de nossos pais, ir embora da cidade ou do pais em que nascemos e vivemos por tantos anos para sentirmos o fluxo ininterrupto dos começos e recomeços, é preciso ir embora de um relacionamento falido, que não nos dá mais do que migalhas de um pão dormido no sereno de uma noite fria, ir embora daquele trabalho sem propósito que você forçosamente consegue levar seu corpo, mas não convoca mais a alma para seguir com você. Precisam ir embora também as máscaras, os preconceitos, as mentiras que contamos para nós mesmos, os apelos da sociedade para que sejamos, ou melhor, finjamos ser…

Ir embora é importante para que você entenda que não é tão importante assim, que a vida segue, com ou sem você por perto. Pessoas nascem, morrem, casam, separam e resolvem os problemas que antes você acreditava que só você poderia resolver. É chocante e libertador saber que ninguém precisa tanto de você pra seguir vivendo. Nem seu filho, nem sua mãe, nem seu pai, nem seu patrão, nem seu melhor amigo, nem ninguém. Parece besteira, mas a maioria de nós tem uma noção bem distorcida de sua importância – novidade para quem sofre deste mal: ninguém é insubstituível ou imprescindível. Lide com essa verdade, antes tarde do que nunca.

Precisamos aprender a olhar os fatos de outro ângulo, sob outra perspectiva. Colocamos tantos medos e incertezas sobre nossas escolhas e decisões que agimos como se tudo fosse eterno e como se as perdas fossem sentenças de morte. Todos nós um dia deixaremos partir o próprio corpo e isso é inevitável.
Esquecemos apenas que há ganhos e perdas em tudo e que a cada 24 horas perdemos um dia de vida e ganhamos mais um de experiência.
Deixar ir é se libertar, é abrir espaço para o novo, é prosperar no terreno da santa incerteza.

Se crescemos quando conquistamos, crescemos mais ainda quando usufruímos, sem medo da perda.

É importante trabalharmos essa humildade libertadora de que não somos ou temos, apenas estamos. Hoje sei que esse nosso medo de partir, de deixar ir embora, de optar, de abdicar, de dar é parte da obsessão egoica de controlar nossas ações e sermos sempre assertivos e infalíveis nos resultados. Ah, duras algemas… como vocês são cruéis…

E só com o tempo e com as chances que nos damos é que descobrimos que não há nada mais libertador e esclarecedor do que o bom e velho tiro no escuro.

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Óleo essencial de Cardamomo, afrodisíaco que enlouquece a cabeça dos homens.





A aromaterapia é uma ciência séria que estuda as essências naturais e como essas podem influenciar nossas vidas, são usadas para alivio de sintomas de doenças, proporcionar o bem estar. Da natureza são extraídos os óleos essenciais, das flores, arvores, sementes, frutas, o óleo é a essência concentrada, o que a natureza tem de mais puro e através da inalação dos odores nosso corpo passa por reações favoráveis a nosso bem estar. 

Esses óleos são usados em massagens, banhos, inalados através de aromatizadores de ambiente e pessoais, usados em cosméticos, perfumes, usados utopicamente, no caso utópico, os óleos essenciais não são usados diretamente na pele por serem fortes e queimarem, é preciso que sejam misturados a outros óleos essenciais, ou óleos vegetais, que são diferentes de óleos essenciais ou ainda misturados a cremes neutros, argilas utilizadas em estética ou álcool.

Mas vamos ao que interessa, pois meu foco neste poste é outro, só quis fazer uma introdução ensinando um pouco sobre os óleos essenciais. Pois bem, vamos falar sobre um óleo específico, sobre o óleo de cardamomum, Nativo da Índia, as sementes do cardomomo são  muito usadas como especiarias e na preparação  do pó de curry, que é seu principal componente. Na tradicional medicina chinesa, o cardomomo foi sempre usado para cura de doenças pulmonares. é um Ótimo anti-séptico, estimulante, afrodisíaco, diurético, relaxante muscular, estimulante digestivo e tônico para os nervos.

Sim, cardamomum é uma especiaria, mas é um afrodisíaco e quero contar uma história interessante que minha professora de terapias corporais me contou, eu aprendo sobre aromaterapia e óleos essenciais e minha professora me contou uma história muito engraçada e curiosa.

Ela me contou que uma amiga usou umas gotinhas de cardamomum atrás da orelha e saiu para se encontrar com um amigo, essa moça era um pouco descrente a respeito do efeito que os óleos tem. Ela se encontrou com um amigo que já conhecia a muito tempo, eles conversaram, jantaram juntos e quase no fim do encontro o amigo vira para moça e fala: 

Ele: - Olha posso ser sincero com você?

Ela: - Pode.

Ele: - Posso te fazer uma pergunta?

Ela: - Pode.

Ele: - O que você tem, eu to com uma vontade louca de te agarrar, não to me aguentando a noite toda.

Sim é verdade, isso realmente aconteceu, acontece que os homens são muito sensíveis a odores e o cardamomum como aconteceu neste caso só tem esse efeito quando usado por uma mulher, pois é como um perfume afrodisíaco para atrair a atenção dos homens, já no caso das mulheres, essas não são tão sensíveis como os homens, não adianta um homem usar cardamomum que não consegue o mesmo efeito.

Agora algumas observações, primeiro nunca use óleos essenciais direto na pele, no caso uso utópico você pode fazer uma mistura em partes iguais com óleo de calêndula, outra coisa, cardamomum é tempero, use duas gotinhas atrás da orelha, não saia por aí com cheiro de salada. Outra coisa importante, a maioria dos óleos essenciais vendidos no Brasil são adulterados, misturados a óleos vegetais para render, somente duas lojas são confiáveis, uma em São Paulo e outra no Rio, loja By Samia e loja Bela arome, desconfie dos preços, pois os óleos essenciais verdadeiros são caros, essências não é o mesmo que óleo essencial, essas só servem para perfumar, não tem propriedades verdadeiras. Se quem estiver lendo morar na Europa, EUA, ou algum país estrangeiro, os óleos estrangeiros são mais confiáveis.

terça-feira, 14 de julho de 2015

Quando você se apaixona pelo seu melhor amigo(a) ...





Pode parecer estranho, coisa de conto de fadas, roteiro de filme, mas no mundo em que vivemos, não acho difícil de acontecer.

As pessoas se sentem sozinhas e vazias, carentes de atenção, vagam pela vida em busca de algo que elas mesmas não sabem definir, pulam de boca em boca, em beijos sem compromisso, para no fim se depararem com a triste realidade. Estou só?

Agora imagine ter um melhor amigo(a) ao seu lado, alguém com quem você possa conversar, rir, confidenciar seus segredos, alguém que te faça companhia nos bons e nos maus momentos da vida, alguém que se importe com você de verdade, um verdadeiro companheiro.

A vontade é nunca se separar dessa pessoa, então é possível sim que uma amizade verdadeira se torne amor, apartir do momento que psicologicamente um passa a ser o porto seguro do outro.

Particularmente não concordo com o termo "somos apenas amigos", como se de uma amizade não fosse gerar outros sentimentos mais profundos, sem falar que o amor verdadeiro é uma grande amizade de duas pessoas, que querem compartilhar suas vidas juntas.

Meu conselho é, deixa rolar, o que tiver de acontecer vai acontecer. Tente observar se seu amor é correspondido e se sua amizade é verdadeira, não tenha medo de arriscar. Não digo arriscar por qualquer coisa, me refiro a uma observação minuciosa, em primeiro lugar,  tem que se ter certeza de que seu companheiro(a)  nutre sentimentos de amor por você, tendo essa certeza arrisque, se abra e fale de seus sentimentos como quem conversa com um amigo(a), se a amizade for forte vai continuar e se não houver medo, a amizade se transforma em amor.

domingo, 31 de maio de 2015

A chance





Dar uma chance a alguém, para algumas pessoas parece tão complicado, mas não é, depende do sentido que se dá a essa chance. Algumas pessoas pensam em somente ficar e nada mais e outras em relacionamentos mais sérios, esse dar uma chance, seria sair e conhecer a pessoa, analisar as possibilidades, para assim dar o próximo passo.

Algumas vezes no término do primeiro encontro, descobrimos que a pessoa não tem intenções mais sérias, quando tentamos marcar o segundo encontro e ela demonstra um certo desconforto, algumas abrem logo o jogo dizendo que não querem nada sério. Mas tem aqueles que apartir desta chance se transformam em namorados e namoradas.

Eu procuro tratar muito bem quem se mostra interessado por mim e sim dou uma chance, porque não. Dar uma chance a alguém que está interessado em você não quer dizer que você vá se casar ou ficar preso a essa pessoa para o resto da vida. Dar uma chance é ter uma oportunidade de conhecer seu pretendente e deixar ele te conhecer, pois afinal somos mais que aparências. Se tudo der certo no encontro ótimo, mas se der errado e você ver que aquela pessoa realmente não tem nada haver com você, converse como amigo e explique o porque de você achar que não vai dar certo. Mas sempre trate bem quem tem sentimentos verdadeiros por você.

Eu aprendi isso a duras penas, como muitas vezes aprendemos sofrendo certas situações na pele. Eu tenho um trauma, por ter feito alguém sofrer por mim e essa história não consigo esquecer.

Quando eu era nova, nos meus tempos de escola, ainda era uma adolescente de 14 anos, nunca tinha namorado, um garoto de 16 anos tinha se apaixonado por mim, me pediu para ficar com ele e eu neguei, me pediu em namoro e eu rejeitei. Passou uns meses e eu comecei a namorar um outro garoto, mas eu tinha o costume de andar de bicicleta pela Lagoa Rodrigo de Freitas e via esse garoto sentado na beira da Lagoa olhando para o nada, com o olhar triste, eu pensava, será que ele pensa em mim. Depois disso, sete anos se passaram, em uma madrugada às 4:00 da manhã meu telefone toca, eu acordei e era o menino da Lagoa, ele me pediu desculpa por ligar aquele horário, pois ele estava morando na Europa e não tinha se acostumado com o fuso horário, tinha acabado de chegar e não aguentava mais a vontade de falar comigo, ele pediu ao pai que conseguisse o telefone do meu pai e assim foi feito, me disse que nunca me esqueceu, que sempre me amou. Eu não acreditava no que estava ouvindo, achei que era trote de alguém que conhecia essa história, briguei com o rapaz. Quando desliguei o telefone percebi que não era uma mentira, era real, ninguém poderia saber dessa história, mas já era tarde, eu não tinha o telefone dele, não tinha e-mail ou rede social, não tinha como eu pedir desculpas. Muitos anos se passaram, ele mora nos EUA, eu consegui reencontra-lo via facebook, no ano de 2011, não lembro direito, ele veio comemorar o aniversário dele aqui no Brasil em um restaurante em minha rua, ele me convidou, porém eu não pude ir e acho que ele interpretou como mais uma rejeição. Hoje ele está casado e eu sinceramente espero que ele seja muito feliz, todo ano no dia do aniversário dele, eu me lembro de publicar uma foto de um bolo desejando feliz aniversário, como forma até de amenizar o que eu fiz a ele. Ele só queria uma chance.

Dessa história toda aprendi a não maltratar quem nos ama de verdade, o amor é raro e muito bonito, porém é preciso saber que nem todos que dizem que amam estão dizendo a verdade, é preciso aprender analisar pessoas e situações, é preciso aprender ver quem é merecedor de nossas chances, carinho, amor e respeito.

Conselho de hoje, não maltrate quem te ama, de uma chance para o amor, se deixe conhecer por alguém e conheça essa pessoa. Dar uma chance não é o fim do mundo, pode ser o inicio.