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domingo, 2 de julho de 2017

Dedo podre é odiar a si mesmo.




Ter o dedo podre na hora de se interessar por alguém é o mesmo que odiar a si mesmo, é apenas o reflexo da sua baixa auto estima se manifestando, algumas pessoas ainda se conformam com essa condição, como se fosse algo imutável.

Auto estima é estimar-se, gostar de si mesmo. Quando gostamos de nós mesmos, apenas queremos o melhor e esse melhor não é o esteticamente mais belo ou o que possui mais bens materiais, mas aquele que trata com respeito, aquele que dá valor. Amor verdadeiro.

Pela lei da atração semelhante atrai semelhante, então quando estamos bem psicologicamente e energeticamente atraímos pessoas boas, mas se estamos mal, atraímos o mal.

Esses dias eu estive analisando as escolhas da minha vida, comparando com os momentos que eu estava passando, fazendo um balanço geral e algumas conclusões interessantes me vieram em mente.

Pontos interessantes das minhas reflexões. Eu sempre fiz escolhas erradas. Eu nunca escolhia o melhor, pois não me achava boa o bastante para ter o melhor e o mais aterrador e estranho, eu tinha raiva dos rapazes que gostavam de mim de verdade e afastava eles de mim, o simples olhar deles era insuportável.

Eu sempre fiz escolhas erradas, porque sim, admito sempre desde novinha tinha baixa auto estima, mas vivi momentos difíceis de bullying desde a infância, hoje eu sei que tudo que passei foi resultado da dislexia, um problema que dificulta a leitura e a escrita, trazendo uma outra série de problemas que transparece muito na escola, mas ao mesmo tempo proporciona algumas habilidades especiais, mas a vida do disléxico não é fácil e isso tudo reflete no psicológico, hoje eu sei, mas antes eu não sabia, eu sofria com complexos de inferioridade e assim acabava fazendo escolhas erradas, atraindo pessoas erradas.

Esse complexo de inferioridade que é muito forte e difícil de vencer, somado a bullying, geravam uma baixa auto estima enorme, então imaginem uma menina que alguns diziam que era a mais bonita do bairro simplesmente não querer o melhor para si mesmo por não se achar merecedora, não eu não sou convencida e nem gosto de gente que se acha, eu não me achava bonita, as pessoas que diziam que eu era.

Sentir raiva de quem se interessa por mim de verdade, talvez essa deva ser a conclusão mais estranha. Não estou me referindo a qualquer interesse, geralmente eu costumava a dar chance aos que apenas se interessavam, mas esse geralmente eram superficiais, se interessavam pela beleza somente. 

O que me assustava, me dava repulsa, era ver o brilho nos olhos, rejeitei muitos, tratei mal, muitos olhos que brilhavam na minha direção de longe, nem deixei que se aproximassem. Quando a minha intuição me avisava que a coisa era séria eu repudiava, mas porque isso? A resposta é simples. Somos espelhos, duas pessoas são dois espelhos se olhando, um enxerga coisas que o outro talvez não consegue enxergar, isso pode irritar ou agradar a outra pessoa. Se alguém interessado realmente enxergava as qualidades e gostava do que via, gostava de mim, ele não teria uma boa resposta, já que eu mesma não gostava de mim mesma, sendo assim eu acabo procurando aquele que finge que gosta mas não gosta, o mentiroso aproveitador.

Meu conselho é, antes de pensar em arranjar alguém pare e pense, analise sua vida e suas escolhas. Compare seus momentos de vida com suas escolhas, existe alguma semelhança?

Não faça escolhas se estiver com baixa auto estima, procure se elevar, procure ajuda.

domingo, 4 de junho de 2017

Namorada não é esposa e nem dona da casa da possível sogra.




Eu não sei o que acontece com a cabeça das mulheres, se é instinto maternal ou territorialista, mas muitas quando mal começam um relacionamento, querem demarcar território, tomar posso do sujeito homem, tomar as rédias da situação.

Muitos casais, quando o homem já tem uma certa idade e já mora sozinho, quando esse homem entra em um relacionamento sério com uma mulher, ela ganha a chave do apartamento. Eu me pergunto porque? Preguiça de abrir a porta? A sujeita vai entrando sem bater? O que se vê é um namoro com cara de casamento, a intimidade tem o mesmo nível do casamento, não tem privacidade. O resultado de se levar uma vida de casado no namoro, é que enjoa, sendo assim da desanimo de casar, fica tudo muito confuso e quando a relação esfria e entra na fase mais calma, que seria a de um casamento sólido e tranquilo, a pessoa interpreta como fim de tudo e separa, justificando que são apenas amigos. Mas enfim, o casamento não seria isso? Amigos que vivem juntos, dividem a vida e dormem na mesma cama.

Mas não é bem do homem que vive só que quero falar, estou querendo me referir a casos piores que ando observando.

Quando o rapaz chega com a namorada e apresenta para família, no início se mostram boazinhas e depois parecem mostrar as garras. Quando um homem mora só, ele pode receber quem ele quer em sua casa ou fazer o que quiser, mas quando mora na casa de sua família, na casa de sua mãe, as regras da casa da família que devem ser respeitadas.

E eu tenho ouvido histórias de moças espaçosas, que parecem querer tomar conta da casa da família do namorado, sei de histórias de moças que olham torto para visitas na casa da família do namorado, como se elas que determinassem quem poderia ou não frequentar a casa, sei até de história de moça que tinha chave da casa da família do namorado e podia entrar quando quisesse, o detalhe é que ela entrava até quando não tinha ninguém na casa e ficava dormindo, sempre achei isso tudo muito estranho.

Muitas vezes os filhos pressionam a família e principalmente as mães a aceitarem certas situações, por sua vez essas mães por medo de perder o filho aceitam. Eu nunca daria a chave da minha casa, para namorada de um filho meu entrar enquanto não tivesse ninguém e ficasse deitada dormindo, podem me chamar de careta, mas isso vai além de tirar a privacidade do rapaz, tira a privacidade de toda uma família, é claro que uma mãe dessa foi persuadida e como eu conheço o caso, sei que foi mesmo.

Claro que existe o inverso, namorados espaçosos, grossos, mal educados, que não se comportam bem na presença da família da namorada, tentam infringir as regras da casa, incentivam, manipulam as mentes das moças para infringir essas regras, não são somente as moças que tem um comportamento estranho dentro do grupo familiar do parceiro, tem muito homem que usa da manipulação para conseguir o que quer, isso quando não são mal educados.

Na minha opinião família é família, claro que em alguns casos a família atrapalha os relacionamentos, mas cabe a vocês avaliar o tipo de parceiro com quem estão se relacionando, pois um relacionamento com alguém que compete com a família de seu parceiro, não me parece ser um relacionamento saudável.

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Relacionamento e religião.




Já perceberam o grande número de religiões e crenças que existem hoje em dia, parece que a medida que o tempo passa esse número aumenta, eu mesma descubro uma coisa nova a cada momento, gosto de estudar sobre religiões e filosofias religiosas diferentes. 

Antigamente as coisas pareciam fáceis ou eram as crenças que permaneciam escondidas,  no Brasil as religiões mais praticadas eram a católica, o espiritismo e o protestantismo, parecia que tudo estava limitado, claro que sei que não é só isso, sempre existiu várias outras religiões, mas não eram divulgadas, não eram faladas, muito disso se deve a repressão religiosa.

Hoje em dia parece ter havido um boom de crenças religiosas, muito se fala também em intolerância religiosa e muitos lutam pela tolerância religiosa, na verdade os tempos são outros, há uma liberdade maior de expressão, que reflete na expressão das manifestações religiosas e essa liberdade deve sim ser respeitada.

Está bem e porque estou dizendo isso, porque no meio de tantas filosofias, crenças religiosas diferentes, sem falar também naqueles que não tem crença nenhuma, no meio de tanta miscigenação filosófica, fica fácil encontrar alguém com ideias diferentes das suas, uma religião diferente.

Nesse caso ou você aceita a religião da pessoa seja ela qual for ou não aceita, mas sinceramente na minha opinião a religião do individuo seria um motivo menor para ele se tornar carta fora do baralho, a não ser se você fosse forçado a algo que não queira fazer, como se converter ou coisa parecida. Um casal de crenças diferentes podeira ficar juntos, desde que ambos respeitassem as crenças um do outro.

Vejo muitas discussões entre wiccanos e católicos, entre católicos e evangélicos, espiritas africanos com todo o resto citado antes, os ateus nem se fala, mas e se o Cupido agisse entre essas pessoas, elas deixariam de se relacionar por causa de seus rótulos, digo rótulos não desmerecendo as religiões, mas muitas vezes vejo pessoas não viverem suas filosofias espiritualmente e sim carregarem rótulos somente.

Pessoas de crenças diferentes podem sim se relacionar, namorar, casar, ter uma família, basta respeitar suas individualidades religiosas e ter a consciência de que se um dia tiverem filhos, devem deixar seus filhos livres para escolher qual religião seguir, claro que eu também aconselho ceder em alguns rituais típicos até para a família, como Batizados, Bar Mitzvah e coisas do tipo, se for para agradar os familiares de ambos os lados, esses tipos de celebrações podem até ser feitas, se as pessoas tiverem em mente que são celebrações familiares culturais e não que o filho vá ser obrigado a seguir determinada religião, quando atingir certa maturidade o individuo escolhe qual religião seguir pelo seu próprio livre arbítrio. 

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Proposta machista.





Já faz um tempo atrás, uma amiga minha me ligou me pedindo conselhos, diz ela gostar de meus conselhos a respeito de relacionamentos, segundo ela eu deveria ter me formado em psicanalise, enfim. Essa minha amiga estava anos casada com um homem mais velho que ela e muito centrado, muito tranquilo, do nada ele entrou em um processo de depressão e quis o divórcio, ela não pode fazer nada, mas não é sobre isso que quero falar, esse assunto envolve doenças psicológicas que levaram a um fim extremo,  eu quero falar no que estava acontecendo com minha amiga após o divórcio.

Após o divórcio eu pude notar que minha amiga martelava muito em cima do mesmo assunto, "preciso arranjar um namorado", mas era quase que algo obsessivo e eu estava preocupada. Toda separação gera um trauma e como eu mesma escrevi neste blog, existe o luto, eu fiz um post falando somente sobre o luto, ele precisa ser vivido e resolvido. 

Sair no desespero a procura de alguém somente porque seu relacionamento acabou não é a solução, muito pelo contrário, você pode se machucar ou machucar alguém.

Outra coisa que eu pude reparar era uma grande carência afetiva por parte dela e a carência é algo muito perigoso, ela nos faz querer qualquer pessoa e não é mentalmente saudável se entregar a qualquer pessoa por carência, não se você tiver como objetivo um relacionamento sério, pois você pode acabar em uma situação igual a que a minha amiga estava e que eu vou contar para vocês agora.

Já fazia um ano que ela estava separada do marido e ela arranjou um namorado, ela veio falar comigo pois o tal namorado vivia brigando com ela, era ciumento e possessivo, ele estava dando um tempo na relação, mas deu um ultimato: "ELA CASA COM ELE OU ESQUECE? PORQUE ELE NÃO CONFIA NELA LONGE DELE".

Eu pensei: "CORRA PARA AS MONTANHAS !!!!! 

Pensei em jogar um balde de água gelada na minha amiga, em bater nela, em dar uns dez comprimidos de rivotril para ela tomar, eu respirei fundo, minha voz não saia, eu não sabia o que dizer para ela, eu tinha que arranjar um modo mais delicado o possível para chegar ao meu objetivo, fazer ela correr dessa assombração. 

Perguntei a ela o que ele fazia, o que estudava? Essa minha amiga tem mania de estudar e colecionar diplomas, tem duas graduações e sei lá quantas pós graduações e para meu espanto, ela me disse que ele trabalhava como operador de escavadeira em obra e não tinha muito estudo. 

Antes de parecer que estou criticando o sujeito por não ter estudo e trabalhar em obra, aqui mesmo neste blog eu fiz um post falando sobre semelhanças entre as pessoas, não é preconceito, mas pessoas com afinidades e semelhanças, conseguem manter um diálogo melhor.

Minha amiga disse ainda que ele queria voltar para o Piauí e queria que ela fosse junto, não queria que ela trabalhasse, pois era função do homem trabalhar. Nessa hora eu comecei a me meter, disse a ela que a carreira dela estava decolando, ela havia acabado de abrir um consultório de psicopedagogia, na minha opinião ela começava a ascender frente ao namorado e isso incomodava ele, na mente dele era difícil aceitar uma mulher com uma posição social mais importante que a dele, com um consultório próprio, independente, sendo assim ele queria podar tudo aquilo que ela representava.

Ela concordou comigo, felizmente. Ela me disse que incomodou bastante o fato dele ter dito que queria se casar com ela, pois a casa dele era um pouco distante e ele não confiava nela longe dele, disse ela que as pessoas deveriam se casar por amor e não por desconfiar do outro, eu concordei.

Ela me disse que mesmo sabendo, que não era correto seder as vontades deste sujeito, ela sentia muita falta dele e gostava muito dele, tentei explicar a ela algo que sempre escrevo nos meus posts. O perigo da carência afetiva e como ela nos iludi, muitas vezes pensamos gostar de alguém, mas se tiver carência envolvida, talvez não seja amor de verdade, é preciso rever todos os pontos para atrair a pessoa certa, ter um bom relacionamento e encontrar o amor verdadeiro. 

sábado, 2 de julho de 2016

Pessoas com autismo leve também amam?





Sim, claro que amam. O autismo leve não é como o autismo severo em que a pessoa se isola totalmente da realidade se fechando em seu próprio mundo. Existem na verdade graus diferentes de autismo, não que um autista não ame ninguém, ele tem dificuldades de interpretar sentimentos, por isso muitas vezes tem a sensação de não senti-los.

Um autista severo pode em um momento surgir de seu mundo fechado e reconhecer alguém que goste de sua família e esboçar um olhar, um sorriso, uma reação que seja, para a família do autista severo essas reações de contato são demonstrações de amor, mas é claro que uma pessoa com um grau tão alto de autismo dificilmente chegaria a ter uma relação amorosa com alguém, mas estou me referindo a outros tipos de autistas.

Existem autistas com um grau leve que são quase imperceptiveis em meio a multidão, são sujeitos calados, que quase não riem, inteligentes, com certas características peculiares, sem falar que costumam ser certinhos, parecem fugir da multidão e de interação social, muitos não descobrem que são autistas, outros acabam descobrindo quando sentem muita dificuldade de namorar, de conseguir um emprego, pois pessoas como eles tem dificuldades de conviver com outras pessoas, dificuldades de se comunicar. Isso acaba gerando um grande sofrimento psicológico e ansiedade, pessoas assim precisam de ajuda psiquiátrica.

Diferente do que pensam, que um autista seria uma pessoa fria sem sentimentos, o autista é uma pessoa que sofre muito por não ser compreendida, sofre por ter sentimentos que não compreende, sofre por não entender as pessoas a sua volta e seu sentimentos. Um autista leve é como se fosse um viajante de outro planeta chegando ao planeta Terra e tentando entender os seres humanos. Sendo assim, creio eu que nós é que não estamos dando um bom exemplo, com tantas coisas ruins que acontecem nesse mundo.

Geralmente a incidência maior de autismo leve acontece com homens, mas também pode acontecer com mulheres, só que em menor número.

Portanto, se essas pessoas possuem esse desejo de amar suprimido pela dificulde de comunicação, elas devem sim buscar ajuda de um psiquiatra, fazer terapia com psicologo, analista. Agora um conselho meu muito importante, fazendo o tratamento, a regra é a mesma que para todas as pessoas, procure alguém que te aceite do jeito que você é.

Procure alguém que te aceite sabendo que você não gosta de baladas, que prefere ficar em casa, que prefere lugares vazios. Alguém que aceite seu estilo de vida meio monótono, que dependendo você pode esquecer de tudo e as vezes ficar focado em uma coisa só. Alguém que aceite a sua bagunça organizada, suas coleções de coisas, videogames e revistinhas. Não de ouvidos a quem te coloca para baixo, ou diz que você é incapaz de algo e fuja de pessoas preconseituosas, o autismo leve não precisa ser um bicho de sete cabeças, basta você procurar ajuda.  

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Amor em manutenção ...





Hoje eu estava refletindo sobre os relacionamentos, apartir de fatos que tomei conhecimento no meu cotidiano, então resolvi escrever para vocês.

Amor é uma grande amizade, que existe entre duas pessoas que querem ficar juntas, é companheirismo, lealdade, fidelidade, não importa a raça, religião, cor, sexo, idade e diferenças entre todos esses quesitos citados acima.

Nem sempre o amor é fogo, ele pode ser calmo como uma amizade, mas é esse amor calmo que tem a vida mais longa. O amor feito de fogo é paixão e paixão tem vida curta, conhecida como fogo de palha, mas a paixão pode se transformar em um amor mais calmo, quando isso acontece muitas pessoas se confundem e pensam, o amor acabou, agora o que existe é amizade. Não, de maneira nenhuma, é agora que ele começa.

A amizade é o maior de todos os amores, um casal que é amigo pode permanecer junto pela vida inteira. O amor pode surgir de simples amigos, que se tornam namorados, que seria esse amor calmo que vai crescendo com o tempo e pode surgir de amantes fervorosos, que se acalmam e se tornam companheiros, que seria a paixão se tornando amor. Mas o amor está ali, vivo, basta você entender o que é o amor, refletir sobre seus sentimentos e o que você espera da sua vida, quais são os seus desejos, procure entender o seu amor e ver se vale apena viver essa história.

Caso você chegue a conclusão de que ama alguém de verdade, que você quer estar junto da outra pessoa em sua mente, você consegue enxergar essa pessoa como uma companheira e amiga, então está na hora de fazer a manutenção do amor.

A manutenção do amor seria você valorizar a pessoa que esta com você, pois o mundo é grande, tem muitos outros seres humanos e quando não damos valor a quem está ao nosso lado, o mundo leva essa pessoa embora, um outro relacionamento com outra pessoa, que valoriza a pessoa que você ama aparece e sinceramente é isso que acontece, ela vai embora.

Estive conversando sobre esse assunto com várias amigas hoje e todas diziam a mesma coisa. As vezes as coisas mais simples, são as que mostram mais amor, você não precisa comprar presentes caros, levar para passear em lugares caros, mas uma mensagem de "Bom dia", "você está bem?", demonstre educação nas palavras, mostre que você se importa com a outra pessoa, seja compreensivo, o mundo precisa de pessoas compreensivas, procure ajudar a outra pessoa no que ela precisar, seja atencioso na medida do possível, mesmo que você não seja o tipo de pessoa melosa, mas tratando a outra pessoa com respeito, amizade e companheirismo, o relacionamento muda, se torna uma relação sólida e duradoura.

Meu conselho de hoje, procurem entender melhor o que é o amor, reflitam a respeito da vida de vocês e o que vocês querem como relação amorosa. Se escolherem o amor, façam a manutenção do amor, sempre, preservem essa grande amizade e companheirismo que vocês tem com o outro, pois hoje em dia uma relação sudável e séria está cada vez mais difícil.

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Carta às pessoas que tem coração e alma ...





Hoje eu vou escrever para um tipo especial de pessoa, hoje eu vou escrever para as pessoas que tem coração, pessoas que tem alma.

Existe um tipo de pessoa que é tão sensível, que parece que é capaz de abraçar o mundo inteiro, pessoas que talvez sejam humanas demais, que tem sentimentos a flor da pele e que temem a consequência de seus atos, acima de tudo, temem ferir alguém.

Para muitas pessoas o fim de um relacionamento consiste em você simplesmente dizer ao outro: "acabou". Mas para outras pessoas, o fim de um relacionamento significa antes de mais nada ferir o outro. E quando não há um relacionamento? Algumas vezes nem chega a haver um relacionamento, mas o que existe é aquela pessoa que te ama e você não corresponde aos sentimentos dela. Algumas pessoas falam um não tranquilamente, mas já outras são tão sensíveis, que se preocupam com o outro, se entristecem com o sofrimento da outra pessoa.

Eu confesso que sou assim, lembro de quando eu era nova e recebia cartas de amor anônimas, mas no meu caso, ao invés de serem bonitas elas vinham cobertas de sofrimento. Aquilo me deixava numa angustia, eu pensava: "será que eu só causo sofrimento nas pessoas? Mas porque os meninos que gostavam de mim eram tão tímidos que não podiam falar comigo?" 

Lembro de uma vez, um menino que eu gostava na escola, escreveu na agenda dele: "Prefiro morrer do que te ver todos os dias", eu descobri que ele falava de mim. Fiquei triste por ele pensar assim, fiquei triste, porque ele estava triste, pior é que eu realmente gostava muito dele, só pensava no porque dele não ter me dito nada, porque ele foi embora e eu perdi o contato com ele. Sempre fui tímida e demorava a perceber as coisas, quando eu percebi, ele tinha partido e com muita tristeza no coração.

Mas estive refletindo sobre essa temática hoje e cheguei a seguinte conclusão.

Quando um relacionamento termina porque tem que terminar, porque não há outro jeito, a culpa não é de ninguém, a pessoa que dá o primeiro passo e decide terminar uma relação, seja lá por qual motivo for, ela não deve se sentir culpada, ela deve estar firme em suas decisões e estar ciente das consequências de sua atitude, se nessas consequências estiver incluído magoar alguém, a pessoa deve se manter firme e decidida. 

Por isso é sempre bom pensar muito antes de terminar um relacionamento, pensar no que se quer para a própria vida e naquilo que é o melhor para você.

Agora, quando não se ama alguém que te ama é melhor dizer a verdade do que iludir, mesmo que a verdade machuque. Imagine estar com alguém que não se ama, estar por estar, só para não ficar sozinho ou para satisfazer o ego desta pessoa que diz te amar.

O pior dos casos na minha opinião é o da pessoa que tem o seu admirador secreto. Imagine que esse admirador fique triste e magoado por não te ter, que ele fale sobre você para outras pessoas, que essas pessoas possam passar a ter uma ideia errada de você, por você não estar com o seu admirador. Mas vamos pensar, que culpa tem a pessoa admirada se ela não sabe que o admirador secreto a ama. Como ela pode ser a terrível culpada de suas tristezas e magoas.

Para que estiver lendo esse post e pensar, isso não existe. Eu digo que sim, existem sim tais pessoas sentimentais, que muitas vezes esquecem de si mesmas e pensam mais nos outros. Por isso se você for uma dessas pessoas que tem essa alma e coração, eu tenho um recado importante para vocês. 

Não fiquem tristes e angustiados por sentirem que estão magoando alguém, vocês não tem culpa, vocês não podem carregar o mundo nas costas. A outra pessoa é responsável pelos seus atos, ou seja, ambos tem que zelar por um bom relacionamento, se acabar não se culpe, se um dia alguém disser que te ama, não se culpe por não amar essa pessoa de volta e principalmente, se você tiver um admirador secreto, não se culpe pela tristeza dele, afinal, porque ele preferiu sofrer a arriscar falar com você sobre seus sentimentos, foi uma escolha dele, não sua.

domingo, 26 de abril de 2015

Felicidade não se determina






Vamos falar de algo interessante hoje, falar sobre a nossa vontade, desejos, expectativas e escolhas, essas coisas são únicas, pessoais, pertencem a nós mesmos, não é certo impor a nossa vontade e escolhas ao outro, determinando sua vida.

Você tem suas expectativas de vida, ilusões, desejos, a sua felicidade pertence a você, não quer dizer que a sua felicidade vai ser a mesma que a da outra pessoa, que ela vai ter a mesma visão de vida, as mesmas expectativas.

É preciso haver respeito em um relacionamento, haver diálogo, em um relacionamento é preciso fugir das imposições. é preciso que aja um acordo em ambas as partes. E quando o casal realmente não tem uma visão de vida compatível, não conseguem se harmonizar, muitas vezes é melhor ir cada um para seu lado, pois ninguém deve impor sua felicidade a ninguém, ninguém deve determinar o que faz o outro feliz, a sua idéia de felicidade pode ser totalmente diferente da ideia de felicidade do outro. Nessas horas é melhor procurar alguém que dialogue com suas ideias de felicidade.

Lembro de algo que aconteceu comigo a muitos anos atrás.

Eu comecei a namorar um rapaz mais novo que eu do signo de capricórnio, rapazes desse signo tem uma tendencia a serem fechados e planejam tudo, o rapaz planejou toda a minha vida em poucos dias de namoro. Ele já tinha falado com o pai dele, já tinha visto o apartamento onde ele moraria comigo, que era de propriedade do pai dele, várias pessoas estavam sabendo disso menos eu, mas espera, eu no caso não seria a noiva, não seria eu a pessoa que deveria falar o sim antes de qualquer coisa, mas ele como bom capricorniano era fechado justo com a pessoa que ele deveria ser aberto. Tiveram várias outras determinações que eu não gostei e muita falta de diálogo, resultado, eu terminei com ele. Dizem que ele gostava muito de mim, eu acho que não, porque era muita falta de dialogo e ele nunca demonstrou isso, somente determinações do que ele achava como as coisas deveriam ser. Calma gente, nem todo capricorniano é assim, mas eles tem que tomar cuidado com essa tendencia de se fechar dentro de si mesmo e nem todo capricorniano vai tratar sua namorada dessa forma. Eu gosto dos capricornianos, são bons companheiros de virginianas.

Então dialoguem, não se imponham, procurem entender o lado do outro, procurem construir uma felicidade juntos em comum, ao invés de impor um a felicidade do outro, através do respeito, negociação e diálogo, é possível construir uma felicidade em comum.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Afinidades de nível intelectual e social






Lembro que quando eu era nova eu mesma não entendia muito bem o que era isso, como assim casais de nível intelectual e social parecidos tinham mais chances de dar certo, eu achava preconceito.

Até que aconteceu comigo, entrei em uma boa universidade, fiz pós graduação em especialização e vi que as coisas mudaram em minha vida, imagine se eu seguisse em frente fazendo mestrado, mudariam mais ainda.

Realmente, por me tornar mais culta, eu procurava em meu parceiro cultura, um intelecto mais elevado, alguém que se parecesse comigo, eu não conseguia mais suportar a conversa de rapazes que falavam futilidades vazias de significado.

Comecei a entender que a chave da questão esta na dialética, no diálogo. As pessoas fadadas a darem certo são aquelas que tem um bom diálogo. Por isso que pessoas que frequentam o mesmo circulo, tem o mesmo nível cultural e intelectual, tem um diálogo mais facilitado.

Não que pessoas de níveis sociais diferentes não dêem certo, ou níveis culturais, podem sim dar certo, pois nessa vida tudo se aprende e as pessoas estão em constante evolução, juntas e havendo respeito e paciência, as pessoas podem evoluir.

Mas estou me referindo a facilidade de diálogo entre duas pessoas, realmente esse diálogo flui melhor quando há afinidades e interesses comuns aos dois.
Eu não vou negar, sou NERD sim e com orgulho, gosto de cinema, museus, exposição de arte, música, da natureza, dificuldades de diálogo tenho muitas, agora imagine se eu me comunicar com alguém de fora do meu universo.

Minha dica de hoje vai para quem tem dificuldades de se comunicar e quer algo mais de um relacionamento. Procure alguém que tenha interesses parecidos com os seus, que goste de coisas parecidas, para que assim, o diálogo inicial seja possível. Quem sabe você não descobre uma grande companheira ou companheiro.

terça-feira, 14 de abril de 2015

Namorada perfeita:





Esse é o nome do blog, mas logo de início vou me contradizer com o título. Não existe namorada perfeita, ninguém é perfeito, mas para cada um existe aquele alguém especial.


Lembro de um livro que meu pai me deu quando eu terminei meu primeiro namoro sério, eu devia ter uns 18 anos, o nome do livro era "Nós dois, as várias formas de amar" da autora Maria Helena Matarazzo , esse livro dizia uma coisa interessante que eu passei a observar ao longo da minha vida. Nós não nos relacionamos somente com as qualidades de alguém, porque ninguém é perfeito, nos relacionamos também com seus defeitos.  O livro me ensinou coisas que até então não tinha pensado, olhar os defeitos do outro e me imaginar convivendo com esses defeitos. Como seria viver minha vida ao lado de tais defeitos? Assim aprendi a medir os defeitos como um termômetro, todos tem defeitos, mas alguns defeitos são suportáveis e possíveis de se conviver.


O problema é que quando nos apaixonamos não enxergamos os defeitos dos outros e sim as qualidades, como a paixão é uma reação química de curta duração, com tempo começamos a enxergar esses defeitos e os relacionamentos são desfeitos. 

O livro dava um conselho, o mesmo passo para vocês, quando se apaixonarem por alguém tentem manter os olhos abertos, tentem observar os defeitos e reflitam: "Eu posso conviver com esses defeitos? Eu quero mesmo ficar do lado desta pessoa sendo ela do jeito que é?" Pensem bem, ninguém é perfeito, mas podemos encontrar pessoas com defeitos cujo aos quais podemos conviver perfeitamente. Para todo pé descalço existe um chinelo velho, como diz o ditado popular.


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