quinta-feira, 6 de setembro de 2018

Feitiços de amor, almas gêmeas, ilusões. O que fazer?





Nossa faz tanto tempo que não escrevo nada, tanta coisa aconteceu, ando resolvendo tantos problemas que nem tenho tido vontade de escrever. Mas algumas coisas, algumas observações de mundo me fizeram sentar aqui hoje e começar a escrever.

Andei vendo umas discuções a respeito de feitiços de amor, sim, na minha opinião não é uma boa a maração, vou explicar o porque. Vamos supor que você se apaixona por alguém e essa pessoa não se importa com você, mas você enciste, faz um feitiço, a não ser que você tenha uma bola de cristal para saber que aquela é sua alma gêmea e ela é que não se deu conta, você está amarrando seu destino e o da outra pessoa, vamos supor que não demore muito tempo e apareça a pessoa certa na sua vida, mas você fez o feitiço, você nem enxerga a pessoa nova ou vai com a pessoa nova e deixa a vida da pessoa antiga uma bagunça, o que não é justo.

O que é justo? Eu não sou contra as religiões, se a pessoa gosta de mandingas, feitiços, simpatias, orações, pode fazer, mas o importante é como fazer. Faça atraindo a alma gêmea, a pessoa que energeticamente combina com você, pode especificar ao máximo como seria essa pessoa e essa pessoa virá ou ainda se quiser pode até fazer algo específico, mas sem amarrar. Que aquela pessoa me note? Que aquela pessoa venha falar comigo? Que aquela pessoa se lembre de mim? Que aquela pessoa sonhe comigo? Nada muito dramático, principalmente se você tiver certeza que a outra pessoa é sua alma gêmea ou tem uma ligação carmica com você.

Agora não viva de ilusão, não fique pensando no que poderia ter sido e não foi, existe um momento de espera e um momento de ação. Qualquer coisa que se faça, mandingas e coisas assim, só funcionam 50%, os outros 50% dependem das suas ações, vai chegar um momento em que é você que tem que agir. Então de nada adianta somente ajoelhar e pedir, você tem que correr atrás de seus objetivos e não dá para usar esses pedidos como bengalas, como se fossem a resposta para tudo o que você quer, no momento em que a pessoa estiver na sua frente você terá que abrir a boca e dialogar, nesse momento de nada vai adiantar o que foi feito antes, pois a escolha sempre será do outro.

Meu conselho é, mesmo com medo nunca deixe de tentar, não se esconda atrás das mandingas, não faça delas uma bengala, elas não resolvem todos os problemas, vai chegar um momento em que você deve agir, não viva de ilusão, tome coragem e alcance seu objetivo. 

domingo, 4 de março de 2018

Amor platônico, ilusão e a prisão da mente.





Essa semana me perguntaram. Quanto tempo dura um amor platônico, uma ilusão que nunca se concretizou? Minha resposta foi. Talvez para sempre.

Amor platônico é quando você ama alguém mas não torna o amor concreto, ele não se realiza, não se torna um relacionamento real. Então o amante platônico cria toda uma imagem ilusória a respeito daquela pessoa, idealiza um ser perfeito.

Como você nunca trouxe essa pessoa para a vida real, para um relacionamento concreto, ela se torna um ser perfeito, ela não tem defeitos, pois você não convive com a pessoa no cotidiano para saber de seus defeitos.

Cria-se a ideia de um relacionamento perfeito com essa pessoa, se o relacionamento com essa pessoa acontecesse seria o relacionamento dos sonhos, ela é a pessoa certa, tudo daria certo. Mas é um relacionamento ilusório baseado em hipóteses, por você amar platonicamente, você acredita que o relacionamento com aquela pessoa seria para o resto da vida.

O perigo da ilusão de uma pessoa perfeita e um relacionamento perfeito, é que se você não resolver suas questões com seu amor platônico, trazendo ele do mundo da ilusão para o mundo real, descobrindo qualidades e defeitos, conhecendo, tornando ele concreto e enfim se relacionando no mundo real, você pode passar a vida preso no mundo da ilusão.

Pessoas que não procuram resolver suas questões com amores platônicos, que desistem antes de tentar, podem por exemplo buscar outras pessoas, só que, se estiverem presos a ilusões acabam idealizando e cobrando desta nova pessoa comportamentos que foram idealizados para seu amor platônico, existe uma comparação, não é justo para nova pessoa que nunca irá se comparar ao ser idealizado na mente do apaixonado platônico.

Outra coisa é o relacionamento em si, a pessoa pode idealiza um relacionamento que na verdade nunca existiu, só existe na mente do amante platônico. A pessoa tem mil relacionamentos que não dão certo e fica na mente aquela pessoa idealizada e um pensamento: "se fosse com aquela pessoa seria diferente."

Eu acredito que o melhor a se fazer não é simplesmente esquecer e colocar uma pedra em cima do assunto, isso é fácil de dizer, mas só quem sente e quem vive esse tipo de situação sabe como é, tem gente que recorre até a tratamento psicológico. Para mim o tratamento serve para quem não consegue lidar consigo mesmo, então aprenda a lidar consigo mesmo. Se caso tiver alguma questão mal resolvida com alguém, caso tenha um amor platônico, tome coragem e traga a pessoa do mundo da ilusão para o mundo real.

Tente conversar, conviver, se aproximar, para enfim o relacionamento ilusório se transformar em relacionamento real. Este relacionamento pode se tornar algo bom, mas é claro que quando idealizamos criamos expectativas demais, então cuidado para não ser injusto com a pessoa amada, mas também pode haver grandes decepções, você pode descobrir que não amava a pessoa real e sim a ilusória.
Pode acontecer também, que ao pedir uma chance de ter um relacionamento sério com essa pessoa, você pode ouvir um não, se isso acontecer, se a pessoa disser com suas palavras que não te quer, aí sim você deve esquecer. Não é fácil, procure ajuda se for preciso, mas é preciso esquecer a ilusão pelos motivos que já citei acima, uma nova pessoa surge em sua vida e você faz comparações, porém essas comparações são injustas já que está pessoa nunca se tornará a pessoa de sua ilusão. Mas nunca deixe de tentar resolver suas questões com seus amores platônicos.

sexta-feira, 2 de março de 2018

Meus pretendentes e o Carma.





Tem coisas que me incomodam profundamente nesta vida, não consigo ser como as outras pessoas que pensam mais em si mesmas e que se dane o mundo. Eu gostaria de poder fazer algumas coisas antes de partir deste mundo, ou não sei, tentar tirar de mim essa vontade de resolver todos os problemas do mundo, tem coisas que eu nunca vou poder resolver, tem coisas que eu não pude resolver nessa vida e que talvez infelizmente vou ter de resolver na próxima.

Não, eu não estou com nenhuma situação mal resolvida com ninguém no momento, não estou namorando ninguém e nem nada desse tipo, mas tem coisas que não estão querendo sair da minha mente, coisas do meu passado.

Pessoas passaram pela minha vida, pessoas que gostaram de mim, muito mesmo, eu sabia e nada pude fazer, não pude fazer nada pois essas situações passadas ficaram mal resolvidas, essas pessoas nunca tiveram uma conversa aberta comigo, não houve diálogo. Sim, eu podia então ter tomado a iniciativa. Eu acredito que não, algumas usavam seu próprio comportamento como escudo, outras negavam o que estava evidente.

Só que existe uma coisa chamada destino e outra chamada Carma, quando você foge do Carma o destino trás a mesma pessoa de volta. Eu gostaria de pegar cada uma dessas pessoas certas e que eu sei quem são, poder sentar em um lugar e fazer elas falar e depois expor minha opinião, conversar.

Lembro do dia em que um grande amigo meu foi casar, ele virou para mim e disse que sempre gostou de mim, eu em pensamento queria matar o sujeito, pois ele nunca havia me dito nada e eu nem desconfiava, eu teria dito sim a ele, pois ele era um grande amigo, eu poderia ter dado uma chance para ver o que acontecia.

Outro fato triste, certa vez uma pessoa gostava muito de mim e não estava se abrindo comigo, agora que estou mais velha e a timidez foi um pouco embora, eu tentei, me esforcei para conversar, para fazer a pessoa falar de seus sentimentos, a tristeza e a depressão no rosto da pessoa eram visíveis e eu continuava tentando, eu perdi, essa pessoa não está mais nesse mundo.

As situações voltam, as vezes você pode encontrar alguém do seu passado na sua esquina, então não tem porque fugir, o melhor é resolver. Eu queria poder resolver tudo, mas muitas vezes uma pessoa sozinha não consegue, pois conversa é a dois e não um monologo.

Se não conseguir resolver todas as minhas pendências com todas essas pessoas, que de alguma forma tocam meu coração e fazem com que eu me importe com elas, o que me resta é meditar, orar, pedir para que limpem minha mente, pedir aos seres de luz que me ajudem a aceitar aquilo que eu não posso mais mudar.

domingo, 14 de janeiro de 2018

Destino pode doer ...




Eu acredito no destino, acredito que quando viemos a este mundo algumas coisas já estão traçadas em nossas vidas, algumas pessoas são destinadas a cruzar nosso caminho. A visão romântica do destino é muito bonita, de que existe alguém que está predestinado a nos encontrar, a alma gêmea, o par romântico ideal que vem de muitas vidas passadas. 

As coisas não funcionam assim, temos muitas almas gêmeas, as almas gêmeas são aquelas que vem ao mundo com a mesma missão que a nossa e estão no nosso mesmo nível de evolução espiritual, só que dentro deste grupo grande existem aquelas que são mais parecidas conosco e tem aquelas que são encontros de vidas passadas e não necessariamente são almas gêmeas, tudo bem, nem todo mundo acredita nessa história toda, mas muitos acreditam que existe aquela pessoa marcada no destino para nos encontrar.

Só que o destino não é tão simples, a vida não é um mar de rosas, o destino não é linear, ele é um emaranhado de caminhos que levam a vários pontos de destinos diferentes, que também não são definitivos, podem ser bifurcações para novos destinos. O destino é o caminho, mas é você que faz a escolha e sofre a consequência do caminho que escolheu.

Então se o destino é inserto e quem o determina somos nós, então iremos encontrar sim a pessoa que está marcada em nosso destino, mas talvez as coisas não aconteçam da forma como imaginamos, como foi escrito nos contos de fadas. Isso porque o encontro muitas vezes se dá em pró de uma evolução, quando você ensina ou aprende algo com alguém, quando sua vida muda apartir daquele encontro, isso é o destino, mas é claro que eu como ser humano, não irei negar que também desejo esse encontro que termina em final feliz, com as duas pessoas vivendo juntas para o resto da vida e de outras vidas.

Gosto de refletir sobre o passado, sobre o destino, minhas atitudes, até aconselho vocês a fazer o mesmo, para entender mais sobre a própria vida. Estava pensando na minha vida amorosa ou desastrosa, eu sou o tipo de pessoa que sempre fez escolhas erradas, algumas dessas pessoas erradas  eu consegui ajudar e mudei algo em suas vidas, de alguma forma, outros não, eram somente escolhas erradas mesmo, mas se eu for analisar essas escolhas não foram um total fracasso, me ensinaram a não querer errar.

Outro fato curioso, eu rejeitava as boas escolhas. Mas eu estive pensando nesses antigos pretendentes que eu rejeitei durante minha vida, eles eram bons para mim, mas será que eu seria uma boa escolha para eles?

Eu não sou egoísta, muito pelo contrário, colocar as outras pessoas em primeiro lugar é um defeito meu. Eu penso que eu não seria uma boa escolha para evolução de vida dessas pessoas. Soube de alguns rapazes da época de escola que gostavam muito de mim, que me procuraram na vida adulta, ainda gostando de mim da mesma forma. Porém eles tem uma vida diferente, são muito sociáveis, muito bem sucedidos na vida, eu paro e penso, se lá no passado eu tivesse dito o tão esperado sim e namorado com eles, será que a vida deles seriam as mesmas. Pois se bem conheço, eles iriam querer entrar no meu ritmo para me acompanhar e eu sou, calma, sedentária, meio reclusa, totalmente diferente do que a vida deles se tornou no futuro, eu sinto que iria acabar atrapalhando a evolução dos acontecimentos.

O que quero dizer que da mesma forma que minhas escolhas ruins me causaram dor e me serviram de aprendizado para não querer sofrer, eu mesma já causei dor em várias pessoas. Eu só espero que um dia essas pessoas entendam sobre o destino, entendam que em suas vidas se tornaram grandes e que eu iria atrapalhar o desfecho para o que eles são agora. Mas se a minha passagem em suas vidas ensinou alguma coisa, se eles carregam alguma coisa de mim, eu fui a pessoa do destino.

O destino é feito de escolhas, que leva a caminhos, um caminho que se cruza em outro momento pode se cruzar novamente em condições diferentes. Quantos de vocês fizeram escolhas erradas, não foram erradas, foram aprendizados, quantos fizeram alguém sofrer, talvez você que não fosse uma boa opção para aquela pessoa. Mas o destino é mutável, estamos em constante evolução e com o tempo tudo muda.


sábado, 6 de janeiro de 2018

O que você gosta de evitar em um relacionamento?





Uma pessoa anônima me fez essa pergunta e eu achei muito interessante, quantas vezes entramos de olhos fechados em um relacionamento sem olhar para o outro. Olhamos sim, a beleza estética, nos iludimos com figuras imaginárias e com personagens criados pela própria pessoa que quer nos conquistar, mas porque o outro quer nos conquistar se no cotidiano nossas pequenas características com o tempo vão se tornar insuportáveis.

Por causa da carência afetiva, o outro e nós mesmos queremos um relacionamento em si e não a pessoa, queremos estar com alguém independente de quem seja, então iludimos, fingimos ser o que não somos, a principio aceitamos coisas que mais tarde serão inaceitáveis.

Vamos a minha resposta ao anônimo:

O que você gosta de evitar em um relacionamento?


Vou acrescentar mais coisas a essa sua resposta, porque realmente são muitas coisas que eu evito em relacionamentos, mas gostei muito desta pergunta. Aguenta que a resposta vai ser grande. Primeira coisa, evitar ilusões, mas é difícil, não vou ser hipócrita, muitas vezes achei que eu tinha conhecido o cara da minha vida e a coisa não deu certo. Não gosto de ficar correndo atrás, ficar melosa, a impressão que passa é que estou rastejando, mas é uma faca de dois gumes, pois é claro que a pessoa tem que ter atenção, mas não sei achar esse equilíbrio. Evitar certos tipos de personalidades, caras machistas, grossos, ignorantes, não gosto de brigas e eu não brigo, se vejo que a coisa toma esse caminho eu termino. Evito sujeitos psicopatas e sociopatas, aprendi a reconhece-los porque já fui vitima de muitos. Sujeito safado, infiel, perdi a conta dos chifres que levei. Alguns homens são muito requisitados, mas tudo depende de como se comportam com relação as mulheres, não existe essa coisa de todo homem é safado e mulher é santa, tem muita mulher por aí destruindo relacionamentos, então, a postura do homem diante das mulheres é importante, se ele consegue se preservar, se dar ao respeito, para a proteção da pessoa que ele está afim e de seu relacionamento. Tentar não brigar é antes de tudo dialogar e tentar negociar, aceitar e entender o outro. Algumas outras coisas são importantes, se a pessoa não fuma cigarro, não usa drogas, não vai passar a fazer isso porque o outro faz, então é uma coisa que não aceito, tenho dificuldade para aceitar bebidas alcoólicas, sei que o número de pessoas que bebem é enorme e se eu fosse escolher alguém que não bebesse seria muito difícil, pois é uma característica no meio de um conjunto inteiro, não sei se aceitaria me relacionar com alguém que bebe muito ou que fica bêbado. Eu não iria querer ficar com alguém que não me aceitasse do jeito que eu sou, alguém que não respeitasse a minha individualidade, eu sou quieta, reclusa, de poucos amigos e não vou mudar. Por isso eu costumo evitar também pessoas que são muito sociáveis, que gostam de sair, de baladas, noitadas. Tudo bem, pode não ser justo, vamos supor que um sujeito sociável, que goste de viajar e sair esteja muito afim de mim, mas será que ele me aceitaria a longo prazo ou está interessado apenas esteticamente, será que ele suportaria minha personalidade, quanto tempo iria durar. Eu costumo olhar para pessoas mais calmas, pessoas de pé no chão, pessoas que tem um objetivo, um porto seguro.

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Por quais dificuldades o TDAH/DDA, passam em um relacionamento sério.




Achei umas informações muito importantes para quem tem TDAH, transtorno do déficit de atenção, com e sem hiperatividade, essas informações também servem para aqueles que se relacionam com pessoas que tem esse transtorno.

Acontece que o número de pessoas com esse transtorno vem aumentando muito, ou seja, antes não eram diagnosticadas e atualmente as pessoas estão sendo observadas com um outro olhar. Fala-se muito em crianças, escola, mas as pessoas crescem e o problema continua, principalmente no relacionamento com outras pessoas, como nosso foco são relacionamentos amorosos, essas observações se referem a eles, mas existem outras dificuldades, como relacionamento com amigos, trabalho, família, tudo que tenha algo haver com interação social.

Essas observações tirei do site: http://www.universotdah.com.br/relacionamento-adulto.html. Na minha opinião é muito relevante, tanto para as pessoas que estão se sentindo perdidas sem saber a causa de seus problemas de relacionamento e para aquelas pessoas que querem manter seus relacionamentos. Porém faço um lembrete, não adianta só uma parte trabalhar pelo relacionamento, tem que ser um trabalho conjunto, ainda mais se for o caso de uma relação delicada, pois nada que faça sofrer vale apena, mas se tiver o empenho de ambas as partes, tudo é superado.

Não é difícil que os sintomas do TDAH (DDA) leve um casal à separação, onde geralmente sobra emoção e falta razão. Principais itens:

Impulsividade - A comunicação compulsiva, sem filtro para colocações inadequadas, ofensivas, pode deixar marcas e mágoas irreparáveis. A impulsividade pode manifestar-se também no comer, falar, trabalhar, comprar, fazer sexo, jogar ou uso de drogas.

Desatenção - O déficit de atenção nos adultos compromete muito sua memória, principalmente nos fatos recentes. Atrasos frequentes, esquecimento de promessas feitas, do que falou ou ouviu nos últimos dias, esquecimento de datas importantes, compromissos, podem irritar muito o parceiro que sente-se desconsiderado: "- Se me amasse de fato não esqueceria". Acaba sendo rotulado como egoísta, auto-centrado. Na verdade sua distração deixa-o alheio ao mundo exterior, ocupado com tanta auto estimulação mental.

Dificuldade em ouvir - É outra característica resultante da desatenção e da impulsividade: ou nem ouve quando o chama (está muito ocupado e distraído em seus devaneios), ou interrompe o parceiro quando este começa a colocar-se, sem deixá-lo terminar o raciocínio.

Desorganização - A "bagunça" e desordem que pode fazer em sua casa, seus papéis, suas roupas, é outro fator estressante.

Necessidade de fazer tudo "do seu jeito, no seu tempo" - A pessoa com TDAH (DDA) pode até ter auto estima comprometida mas na hora de executar algo ou decidir o que deva ser feito, dificilmente seguirá conselhos, perguntará ou compartilhará seus pensamentos, projetos e ações: ele faz e depois comunica ao parceiro que poderá sentir-se completamente ignorado e desqualificado, principalmente se a decisão for sobre algo importante.

Necessidade de estímulo constante - O cérebro que tem TDAH (DDA) vive num ritmo alucinante, está sempre em busca de coisas novas, desafios, fortes emoções... É muito curioso e detesta o tédio. Dificilmente esse tipo de comportamento se adequará à rotina de uma convivência estável. Muitas vezes o portador busca fora de casa outras atividades como esportes, novos amigos ou dedica-se mais ao trabalho, distanciando-se cada vez mais da família.
É comum a pessoa com TDAH (DDA) ter mais do que um casamento.

Tendência a vícios - é muito difícil conviver com uma pessoa que passa horas, noites na Internet, alguém que bebe, que joga, que se droga...

Instabilidade de humor - O adulto com TDAH (DDA) irrita-se muito com um problema que seria facilmente contornável por uma pessoa sem o transtorno. Com sua natural impaciência, pode "fechar o tempo" em função de um engarrafamento por exemplo, jogando toda sua raiva no parceiro. Essa irritabilidade e agressividade ficam mais acentuadas se a depressão estiver associada ao TDAH (DDA).

Isolamento - Costuma haver uma tendência ao isolamento da pessoa com TDAH (DDA), onde ela possa ter um tempo só seu, no seu canto sem falar com ninguém, no devaneio de sua mente acelerada. Qualquer pessoa que tente "invadir" esse espaço, não é bem vinda e a pessoa com TDAH (DDA) pode reagir de forma agressiva. O parceiro sente-se rejeitado, achando que o problema é só com ele. Sem o conhecimento das características do transtorno, este afasta-se e a relação fica comprometida.

Instabilidade sexual - Problemas sexuais podem acontecer numa hipo ou hipersexualidade. Há queixas de desinteresse sexual, falta de libido, de orgasmo... em função da incapacidade da pessoa com TDAH (DDA) concentrar-se no ato sexual. Dificilmente haverá muito prazer na relação sexual se a mulher estiver pensando na compra do supermercado do dia seguinte ou se o homem estiver preocupado em cobrir o “rombo” em sua conta bancária devido ao seu descontrole nos gastos.
Por outro lado pode haver também uma hipersexualidade como uma forma de estimulação, de concentração. O sexo pode levar ao prazer do orgasmo e ao prazer de estar absorvido, concentrado.
Muitas vezes essa libido exacerbada (quase compulsiva) pode gerar um conflito com o parceiro de libido moderada: este pode irritar-se com tanta procura (chegando às vezes à aversão sexual), fazendo com que o primeiro sinta-se rejeitado, desista, e vá buscar fora paceiros(as), que dêm conta de sua demanda sexual.

Todos esses sintomas do TDAH (DDA), desatenção, esquecimento, impulsividade, desorganização, instabilidade, irritabilidade, busca incessante por novidades, inconstância sexual, irritam e magoam muito o cônjuge que acaba depreciando o parceiro com TDAH (DDA). Este por sua vez se retrai e afasta-se mais da relação, muitas vezes isolando-se, outras vezes buscando outras fontes de estimulação. Essas atitudes só alimentam mais ainda o descontentamento e reinvidicação do parceiro por um tratamento mais atencioso e, quanto mais cobra mais o parceiro com TDAH (DDA) se retrai e se afasta da relação, num círculo vicioso sem fim.
Essa desastrosa roda viva pode mudar após o diagnóstico: é fundamental que os dois conheçam muito bem o transtorno, conversem sobre ele para se ajustarem e trabalharem em conjunto de forma produtiva. Caso contrário a distância entre ambos pode crescer tanto a ponto de se tornarem dois estranhos ou pior, dois inimigos.

sexta-feira, 14 de julho de 2017

A vida continua, quando não podemos contar com o parceiro ?




Hoje vou contar uma história que aconteceu comigo no ônibus. Meu ônibus demorou muito, o transito estava péssimo, demorei umas duas horas para chegar em casa do trabalho. Uma moça pede licença e se senta ao meu lado, até aí tudo bem.

Reparei que ela olhava fixamente para o nada e com um olhar vazio, mas ela podia apenas estar pensando em algo, hoje em dia quem não tem problemas. Foi quando passamos com o ônibus em frente ao Colégio Pedro Segundo no Humaitá, ela me perguntou que colégio era aquele. Notei pelo tom de sua foz e a forma de falar, que ela não estava em seu estado normal, a voz era muito lenta, como se ela estivesse dopada. 

Ela começou a contar sua história, disse que estava sob efeito de remédios fortíssimos, que teve um surto de síndrome do pânico e os médicos descobriram que ela sofria de transtorno bipolar e ela não sabia, ela estava com uma depressão muito forte.

Ela contou que era empregada doméstica, morava na casa da patroa, mas que havia se casado e foi morar com o marido porteiro de um prédio em Copacabana, o casal foi fazer uma viagem para uma praia no Nordeste a um mês atrás e aconteceu um problema na roda do avião, a moça ficou apavorada, entrou em surto e ficou muito doente. O resultado foi que esse sujeito que ela tinha "recém casado", não quis cuidar dela, abandonou ela por ela ter ficado doente ou melhor, expulsou ela de casa e ainda alegou ter sido enganado, porque ela não disse que tinha uma doença que nem ela sabia, a patroa que está dando apoio e ela voltou a morar na casa da patroa mesmo doente. 

Perguntei a ela a quanto tempo ela conhecia esse homem com o qual ela foi morar e ela me respondeu que o conhecia a oito meses, eu lhe disse que era muito pouco tempo. Eu disse que pessoas de confiança, pessoas que confiam umas nas outras, são aquelas que se conhecem a bastante tempo e sabem que podem contar para qualquer tipo de problema.

Eu ainda disse mais, disse a ela que deveria se cuidar, pensar nela e em sua saúde, que um dia tudo iria passar e com o tratamento o problema iria ficar controlado e quando isso acontecesse e ela melhorasse, um outro sujeito iria aparecer, ela contaria toda essa história e esse já saberia de seus problemas, sendo assim aceitaria ela do jeito que é.

A moça sorriu e disse que ninguém tinha dito isso a ela, mas que era verdade, outro cara se quisesse aceitar já saberia de tudo, me agradeceu muito pelo conselho e foi embora.

Fiquei pensando, muita gente pensa que tem um relacionamento com alguém, mas hoje em dia as pessoas pensam muito em si mesmas. Até que ponto se pensa no outro? E se a pessoa com quem me relaciono ficar doente, será que eu irei cuidar? 

É muito difícil construir um relacionamento sólido nos dias atuais, é muito difícil poder contar com as pessoas nos momentos difíceis, muito pelo contrario, parece que os momentos difíceis existem para nos mostrar quem são as pessoas, quem está ao nosso lado nos apoiando.

domingo, 2 de julho de 2017

Dedo podre é odiar a si mesmo.




Ter o dedo podre na hora de se interessar por alguém é o mesmo que odiar a si mesmo, é apenas o reflexo da sua baixa auto estima se manifestando, algumas pessoas ainda se conformam com essa condição, como se fosse algo imutável.

Auto estima é estimar-se, gostar de si mesmo. Quando gostamos de nós mesmos, apenas queremos o melhor e esse melhor não é o esteticamente mais belo ou o que possui mais bens materiais, mas aquele que trata com respeito, aquele que dá valor. Amor verdadeiro.

Pela lei da atração semelhante atrai semelhante, então quando estamos bem psicologicamente e energeticamente atraímos pessoas boas, mas se estamos mal, atraímos o mal.

Esses dias eu estive analisando as escolhas da minha vida, comparando com os momentos que eu estava passando, fazendo um balanço geral e algumas conclusões interessantes me vieram em mente.

Pontos interessantes das minhas reflexões. Eu sempre fiz escolhas erradas. Eu nunca escolhia o melhor, pois não me achava boa o bastante para ter o melhor e o mais aterrador e estranho, eu tinha raiva dos rapazes que gostavam de mim de verdade e afastava eles de mim, o simples olhar deles era insuportável.

Eu sempre fiz escolhas erradas, porque sim, admito sempre desde novinha tinha baixa auto estima, mas vivi momentos difíceis de bullying desde a infância, hoje eu sei que tudo que passei foi resultado da dislexia, um problema que dificulta a leitura e a escrita, trazendo uma outra série de problemas que transparece muito na escola, mas ao mesmo tempo proporciona algumas habilidades especiais, mas a vida do disléxico não é fácil e isso tudo reflete no psicológico, hoje eu sei, mas antes eu não sabia, eu sofria com complexos de inferioridade e assim acabava fazendo escolhas erradas, atraindo pessoas erradas.

Esse complexo de inferioridade que é muito forte e difícil de vencer, somado a bullying, geravam uma baixa auto estima enorme, então imaginem uma menina que alguns diziam que era a mais bonita do bairro simplesmente não querer o melhor para si mesmo por não se achar merecedora, não eu não sou convencida e nem gosto de gente que se acha, eu não me achava bonita, as pessoas que diziam que eu era.

Sentir raiva de quem se interessa por mim de verdade, talvez essa deva ser a conclusão mais estranha. Não estou me referindo a qualquer interesse, geralmente eu costumava a dar chance aos que apenas se interessavam, mas esse geralmente eram superficiais, se interessavam pela beleza somente. 

O que me assustava, me dava repulsa, era ver o brilho nos olhos, rejeitei muitos, tratei mal, muitos olhos que brilhavam na minha direção de longe, nem deixei que se aproximassem. Quando a minha intuição me avisava que a coisa era séria eu repudiava, mas porque isso? A resposta é simples. Somos espelhos, duas pessoas são dois espelhos se olhando, um enxerga coisas que o outro talvez não consegue enxergar, isso pode irritar ou agradar a outra pessoa. Se alguém interessado realmente enxergava as qualidades e gostava do que via, gostava de mim, ele não teria uma boa resposta, já que eu mesma não gostava de mim mesma, sendo assim eu acabo procurando aquele que finge que gosta mas não gosta, o mentiroso aproveitador.

Meu conselho é, antes de pensar em arranjar alguém pare e pense, analise sua vida e suas escolhas. Compare seus momentos de vida com suas escolhas, existe alguma semelhança?

Não faça escolhas se estiver com baixa auto estima, procure se elevar, procure ajuda.

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Você sabe o que está sentindo? Amor, paixão ou amizade.




A pergunta de hoje é: você sabe o que está sentindo? Estamos as vésperas do dia dos namorados, que na verdade não é uma data romântica e sim uma data comercial consumista, data especial para mim é dia de aniversário de namoro, mas enfim, a carência afeta muitas pessoas nessa data. Você sabe o que está sentindo? O que são sentimentos? O que é a emoção e o afeto?

Para começar posso até decepcionar um pouco vocês, mas não acredito muito nesse amor romântico mágico dos contos de fadas, esse amor romântico que as pessoas dizem existir e quando você dá a sua versão do que está sentindo, viram para você e dizem, "isso não é amor, é amizade", sim estou dizendo isso porque realmente acontece comigo. 

Mas esse amor fogo que arde e queima insanamente tem prazo de validade, se chama paixão, dura mais ou menos um ano, podendo chegar a dois anos, não é coincidência que muitos casamentos duram somente dois anos. 

Esse tempo é o tempo de uma gestação e amadurecimento de um bebê, estaria ligado aos instintos mais primitivos da humanidade. A paixão é uma reação química no cérebro e essa reação aproxima o casal com a finalidade de procriação, depois acaba. 

Quando a reação química diminue pode haver amor, sim, pode, mas o amor é complexo, ele é uma análise pessoal do que você sente, dentro da calmaria. Vale a pena se separar dessa pessoa ou existe um conjunto de coisas que te fazem querer ficar junto dela.

Eu gosto do amor transcendental, que transcende o tempo, se você consegue após anos ainda ter sentimentos pela mesma pessoa e ainda criar novos sentimentos, isso transcende barreiras de tempo e espaço, sim para quem acredita na espiritualidade poderia ser algo de outra vida, um reencontro de uma vida passada, não necessariamente de almas gêmeas ou um encontro de almas que se conheceram no outro plano, que seria o céu, ou ainda, um encontro do destino, de pessoas que estão se encontrando pela primeira vez, aqui nessa vida e vão criar uma história que talvez transcenda o tempo e o espaço físico.

Se não me engano foi aprendendo com leituras, como a do psicologo Winnicott, entendi o que são sentimentos. Esse psicologo fez uma definição interessante do que era a emoção, sentimentos e o afeto.

A emoção é visceral, ela vem das vísceras, do lado mais primitivo do ser humano, ela é imediatista, impulsiva, voraz, podemos dizer que são emoções a paixão, a raiva ...

Sentimento é o conjunto das emoções, a definição deste conjunto de emoções depende da interpretação  do sujeito que está sentindo, ou seja uma pessoa através de suas emoções define qual o seu sentimento. Podemos dizer que sentimentos seria o amor, ódio ... algo mais forte e interiorizado. 

Um ponto importante, ninguém pode dizer que o seu sentimento não é amor, a interpretação é sua. 
Se foi definido em sua cabeça que são necessário apenas duas emoções para ser amor e seu amigo acha que são preciso seis, problema do seu amigo. Outro ponto importante, se o amor romântico é uma interpretação de emoções pessoal, não é certo dizer que amor de adolescente não é amor, ele é tão verdadeiro quanto amor de idosos, são interpretações. 

Resumindo a história, para definir sentimentos, temos que observar nosso conjunto de emoções e interpreta-las, definir o que estamos sentindo, cada um tem sua interpretação então não deve-se ouvir opiniões alheias a respeito dos seus sentimentos. Nem as minhas, caso tenham me entendido mal em algum post anterior, estou escrevendo aqui para vocês, apenas para atentar sobre a necessidade da autoestima e autovalorização, mas de maneira nenhuma dizer que o sentimento de alguém seria verdadeiro ou falso, na verdade tudo depende de observação e interpretação. 

O afeto, é como você afeta a outra pessoa, pode ser positivamente ou negativamente, o lado positivo do afeto é o mais conhecido, que é o carinho, mas afeto vem de afetar, o lado negativo do afeto então seria ferir a pessoa de quem você gosta. 

Espero que essas definições ajudem vocês como me ajudam. 

domingo, 4 de junho de 2017

Namorada não é esposa e nem dona da casa da possível sogra.




Eu não sei o que acontece com a cabeça das mulheres, se é instinto maternal ou territorialista, mas muitas quando mal começam um relacionamento, querem demarcar território, tomar posso do sujeito homem, tomar as rédias da situação.

Muitos casais, quando o homem já tem uma certa idade e já mora sozinho, quando esse homem entra em um relacionamento sério com uma mulher, ela ganha a chave do apartamento. Eu me pergunto porque? Preguiça de abrir a porta? A sujeita vai entrando sem bater? O que se vê é um namoro com cara de casamento, a intimidade tem o mesmo nível do casamento, não tem privacidade. O resultado de se levar uma vida de casado no namoro, é que enjoa, sendo assim da desanimo de casar, fica tudo muito confuso e quando a relação esfria e entra na fase mais calma, que seria a de um casamento sólido e tranquilo, a pessoa interpreta como fim de tudo e separa, justificando que são apenas amigos. Mas enfim, o casamento não seria isso? Amigos que vivem juntos, dividem a vida e dormem na mesma cama.

Mas não é bem do homem que vive só que quero falar, estou querendo me referir a casos piores que ando observando.

Quando o rapaz chega com a namorada e apresenta para família, no início se mostram boazinhas e depois parecem mostrar as garras. Quando um homem mora só, ele pode receber quem ele quer em sua casa ou fazer o que quiser, mas quando mora na casa de sua família, na casa de sua mãe, as regras da casa da família que devem ser respeitadas.

E eu tenho ouvido histórias de moças espaçosas, que parecem querer tomar conta da casa da família do namorado, sei de histórias de moças que olham torto para visitas na casa da família do namorado, como se elas que determinassem quem poderia ou não frequentar a casa, sei até de história de moça que tinha chave da casa da família do namorado e podia entrar quando quisesse, o detalhe é que ela entrava até quando não tinha ninguém na casa e ficava dormindo, sempre achei isso tudo muito estranho.

Muitas vezes os filhos pressionam a família e principalmente as mães a aceitarem certas situações, por sua vez essas mães por medo de perder o filho aceitam. Eu nunca daria a chave da minha casa, para namorada de um filho meu entrar enquanto não tivesse ninguém e ficasse deitada dormindo, podem me chamar de careta, mas isso vai além de tirar a privacidade do rapaz, tira a privacidade de toda uma família, é claro que uma mãe dessa foi persuadida e como eu conheço o caso, sei que foi mesmo.

Claro que existe o inverso, namorados espaçosos, grossos, mal educados, que não se comportam bem na presença da família da namorada, tentam infringir as regras da casa, incentivam, manipulam as mentes das moças para infringir essas regras, não são somente as moças que tem um comportamento estranho dentro do grupo familiar do parceiro, tem muito homem que usa da manipulação para conseguir o que quer, isso quando não são mal educados.

Na minha opinião família é família, claro que em alguns casos a família atrapalha os relacionamentos, mas cabe a vocês avaliar o tipo de parceiro com quem estão se relacionando, pois um relacionamento com alguém que compete com a família de seu parceiro, não me parece ser um relacionamento saudável.

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Mãe namora?





Vi hoje uma discussão na TV e achei interessante abordar esse assunto, até já havia abordado antes ao falar sobre pessoas que se divorciam e que merecem uma nova chance de ser feliz, mas hoje foi abordada uma questão que eu vivo na pele e não me dei conta que ainda não falei sobre isso especificamente com vocês.

O fato da pessoa ser mãe e ter ou não um companheiro, desejar ou não ter alguém ao lado dela, poder ter um relacionamento sério ou casual. 

A mãe é uma pessoa como outra qualquer, porém tem sim a responsabilidade com uma outra pessoa ou outras pessoas, que são seus filhos. Se o homem não vê com bons olhos a própria figura da mulher, não se agrada do fato dela ser mãe, então a respeite, não a ofenda, não a maltrate, não a iluda, deixe-a em paz.

Vivemos em uma época em que os relacionamentos são descartáveis, os casamentos duram pouco por muitos motivos, por serem fruto de carências, relações possessivas, nem vou me estender muito ou simplesmente existem aqueles que não querem se relacionar seriamente, mas isso tudo gera um novo quadro familiar, o que mais se vê é pai para um lado, mãe para outro, mães que criam seus filhos sozinhas.

Para essas mulheres que tiveram seus filhos, se tornaram mães, não é porque ganharam o status de mãe que a vida amorosa se encerra aí, segundo pesquisas nota-se um preconceito muito maior em cima das mulheres e menor em cima dos homens. O homem que tem filho, os exibe como se ele fosse melhor que os outros homens, fosse um pai responsável, só que nem sempre é assim, muitas vezes é exibicionismo e esse exibissionismo ajuda a atrair as mulheres.

Um homem enxerga uma mulher sozinha e com filho de uma forma machista e preconceituosa, essa mulher é sim uma família, ela tem a responsabilidade de mãe, mas também é a companheira e amante e não um desfalque no cartão de crédito, uma pedinte desesperada atrás de de alguém que a sustente ou uma necessitada de homem.

Uma mulher com filho também é vista por muitos homens, como alguém que não quer um relacionamento sério ou não poderia ter ou não deveria ter. Alguns homens dizem frases machistas como: "Eu? Sustentar filho de outro?"

Na discussão na TV citava uma pesquisa feita em perfil falso de sites de paquera em internet, foi criado um perfil onde uma moça bonita escrevia suas qualidades e dizia que ela era mãe. O perfil recebeu comentários críticos e preconceituosos de seus pseudos pretendentes.

Eu já usei esses artifícios de sites de paquera, mas nunca dei muita atenção a esse aplicativos, pois nada de bom veio desses aplicativos, os mesmos homens com a mesma mentalidade, é lamentável.

O ultimo que me aventurei a usar foi um que prometia mostrar perfil de pessoas que cruzavam seu caminho, mas uma pessoa me disse que eu poderia montar um perfil para divulgar meus desenhos, que a irmã desta pessoa usava como currículo vitae, sinceramente acho que a pessoa que disse isso é muito ingênua e a irmã se o namorado dela der mole, ela pratica salto de cerca sem vara, pois o aplicativo é sim de paquera e não de trabalho, diferente da minha página social que me rendeu alguns trabalhos, esse aplicativo não me rendeu nada, somente reencontrei pessoas do passado dos tempos de escola, que nem lembrava mais, achei melhor desativar. Mas sabe o que reparei, fiz um perfil interessante, falando dos meus prêmios internacionais, prêmios literários, minha exposição de arte, coloquei fotos bonitas, mas coloquei uma foto com meu filho. Ninguém me curtiu aqui no Brasil, estrangeiros que fazem turismo em frente minha casa, sim, uns três me curtiram e um rapaz que conheço de anos e nem lembrava dele, vendo a foto dele no aplicativo que a minha memória reagiu.

A pesquisa fala sobre isso, por mais interessante que a mulher seja, se ela é mãe e coloca a foto do filho, o homem perde o interesse, então muitas se escondem, muitas mentem sobre o fato de serem mães, enquanto os pais se exibem, pois ao contrário da mulher, para o homem, ser pai é um simbolo de masculinidade e responsabilidade é uma forma de se colocar acima dos outros homens. Mas foi dito e eu concordo agora pensando bem, que não é bom colocar foto de criança nesse tipo de site, nem para o homem e nem para a mulher, pois está além dessa história todo. A foto da criança é a exposição da figura da criança e não se sabe quem está do outro lado do celular ou computador, pode ser alguém de má índole.

Infelizmente a mentalidade dos homens ainda é machista e as mulheres sofrem, se vivemos em uma sociedade de relacionamentos descartáveis onde a autoestima é essencial para se alcançar a felicidade, no caso da mulher mãe, essa urgência de autoestima é ainda maior. 

segunda-feira, 22 de maio de 2017

A mulher e a disputa pela atenção.




Não vou falar neste post que mulheres precisam de atenção ou que elas necessitam de atenção, que as mulheres são carente, uma vez que sempre alerto sobre o perigo da carência afetiva e os males que ela acarreta. Quero falar sobre as mulheres que querem ser o centro das atenções, que disputam pela atenção, algumas até disputam possessivamente pelo domínio das pessoas e de situações.

Já vi muitas situações de mulheres dominadoras, A história que vou contar é um pouco inacreditável, havia um rapaz, cujo o qual eu estava interessada e estávamos nos relacionando faz tempo, mas ele tinha uma relação sufocante com sua irmã que o dominava, lembro de certa vez estar falando com ele pelo telefone e ouvir a irmã lhe tomar o telefone da mão e perguntar com quem ele estava falando, se era alguma mulher. Eu do outro lado não acreditava no que eu ouvia, sim, era realmente a irmã e não, não era uma outra garota, sei que vocês pensaram isso, o sujeito estava em casa e eu conhecia a voz da irmã dele. Mas eu dei um toque nele, se fosse outra pessoa não acreditaria que era a irmã e sim uma outra mulher, essa relação parece estranha, nem vou analisar, é caso de psiquiatra, o resultado é que nem nos falamos mais. Mas me parece um caso grave de carência e dominação, em que a pessoa suga a vida da outra, isso porque ela não tem namorado ou explica o fato de não ter namorado, imagine se um dia tiver, esse namorado vai ser alguém que permite ser vampirizado.

Existe também a disputa de mulheres por atenção, eu já vi rapazes que tem amigas e elas disputam pela atenção do rapaz , porém algumas vezes esse tipo de comportamento é induzido pelo próprio rapaz em suas "amigas"e já vi pior, quando o rapaz tem várias amigas e nenhuma namorada, quando enfim ele conhece alguém, do nada ele parece ficar interessante para suas amigas, que começam a disputar sua atenção.

Certa vez, isso já faz anos atrás, conheci um cara virtualmente que vivia rasgando seda para meu lado, como se eu fosse a criatura mais maravilhosa do planeta, dizia que estava cansado da vida boemia, que queria ter uma família, o sujeito falava até em casamento. Eu como sempre cansada de ilusão, só fui até o perfil da rede social do sujeito, para investigar é claro, também é uma dica, dá para traçar um perfil psicológico através de como a pessoa se apresenta na rede social e de como ela interage com outras pessoas, no caso do perfil deste sujeito, parecia uma guerra de gladiadoras amazonas lutando pela atenção dele. 

Ao mesmo tempo que ele dizia que queria se casar comigo, uma escrevia que havia passado na casa dele com uma garrafa de vinho e ele não estava, ela esperava que eles passassem a noite juntos e tomassem o café da manhã juntos, a mulher escreveu no mural, para que as outras vissem. Não, de maneira nenhuma, eu não iria querer ser mais uma das gladiadoras. Gente, nesse caso é uma forte carência induzida por uma situação de insegurança e baixa auto estima, causada pelo sujeito em questão, ele fazia promessas falsas e nunca assumia compromisso com nenhuma e elas simplesmente disputavam e esperavam por uma coisa que nunca iria acontecer.

Mas da mesma forma que existem homens manipuladores, existem aqueles rapazes mais quietos, que não tem namorada e quando aparece alguma moça interessada, suas amigas ficam estranhas.

Lembro de uma história engraçada que aconteceu comigo e com meu irmão, espero que ele não leia isso aqui, enfim, não era o caso de uma moça interessada no meu irmão, mas poderia ter sido.

Eu e meu irmão temos o mesmo sobrenome, mas usamos somente um de nossos sobrenomes, sendo que eu uso o do meu pai e ele o da minha mãe. Um dia vi no mural da rede social, uma foto de um bolo que ele havia feito e postado e eu fiz o seguinte comentário, "vou comer esse bolo", senti que as amigas dele de faculdade não gostaram do comentário, senti uma certa hostilidade. Nossa, era a primeira vez que escrevia no mural dele e aconteceu isso, sutilmente eu disfarcei e dei a entender que ele era meu irmão e todas as vezes que eu escrevia alguma coisa, eu tentava deixar claro que ele era meu irmão, hoje já estão cansadas de saber que somos irmãos, mas eu penso e se fosse uma moça que estivesse interessada nele, se eles estivessem se conhecendo e ela tivesse feito uma brincadeirinha com ele. A história podia acabar mal. 

Vejo casos de competição e dominação tão bizarros, que são casos para psiquiatras, como casos de mãe que compete com filha, geralmente até por não aceitar a passagem da idade e filhas que competem com a mãe.

Vejo muitos casos de mães que competem com filhas, por querem ser jovens, chegam a se vestir como as filhas, fazem de tudo para chamar a atenção. Mas vi recentemente um caso de uma filha que compete com a mãe pelo poder, a mãe tem uma posição de poder no trabalho, na família e a filha compete cobiçando o lugar da mãe, outro caso para psiquiatra.

Analisando todas as histórias, creio que a resposta está no equilíbrio, tudo que foge ao equilíbrio se torna doentio, sendo assim a necessidade excessiva de atenção, a carência, podem levar a baixa auto estima ao vampirismo de pessoas inocentes e as doenças propriamente ditas. Minha dica, se afastem dos vampiros ou tentem fazer com que a pessoa perceba que ela tem um problema e se você que é o vampiro, procure um psiquiatra. 


sexta-feira, 19 de maio de 2017

Que Santo cuida do amor?





Em primeiro lugar existe uma força cósmica criadora de tudo que existe, algumas pessoas tem o costume de se dirigir diretamente a ela na hora de fazer todos os seus pedidos, inclusive os de amor, porém a séculos que definimos Deuses e santos específicos somente para essa área, de tão importante que é o amor em nossas vidas.

Desde pequena ouço falar em Santo Antônio, hoje eu sei que ele era considerado o santo das causas difíceis e para as mulheres que estavam encalhadas, arranjar um marido era uma causa impossível. Alguns fazem pedidos a Pombas giras, por serem sedutoras e por aí vai, são tantas entidades e tantos motivos, mas o objetivo é um só, encontrar alguém.

Tenho uma concepção de amor diferente, o amor que engrandece a alma transcende, não é essa coisa posssessiva e carente, isso estaria mais ligado a satisfazer seus desejos sexuais.

O amor verdadeiro vem do chakra cardíaco, vejo uma relação verdadeira como uma liberação de energia nesse chakra, esse chakra tem a cor verde. Essa cor verde é ao mesmo tempo a cor da cura, amor e cura são ligados, pois não há no mundo maior energia curadora que o amor.

Eu gosto muito dos Arcanjos e para trazer um amor verdadeiro e leal a vida de alguém, eu confiaria em Arcanjo Rafael, ele é responsável pela cura e pelo amor verdadeiro e sincero, ele é o anjo que traz a luz verde dos céus a Terra, a energia de cura de Deus.

Tenho algumas restrições em fazer pedidos com nome de pessoas específicas, pois algumas vezes podemos estar pedindo por alguém que não nos faz bem, mas Rafael também ajuda a aceitar aquilo que não podemos mais mudar, esse é um dos motivos de eu gostar dele, com certeza ele observa o que é melhor para você. 

Outra coisa importante é como fazer pedido, simplesmente dizer eu quero alguém, não é uma boa opção, pois assim apareceria qualquer porcaria. Faça uma lista da sua pessoa ideal e peça a |Rafael, especifique tudo, até se você quer alguém que saiba cozinhar, jogue videogame, o que vier na mente.

Existem muitas orações a Rafael Arcanjo, mas eu gosto muito desta, onde estão presentes os quatro Arcanjos que mais trabalham aqui na Terra. https://youtu.be/zxImTs73fkc

Descobrindo um pouco sobre o Arcanjo Rafael, https://youtu.be/nSngdpRFEho.

Muitas formas de entrar em contato com Arcanjo Rafael, https://youtu.be/JE2bqbqHC1g.


Os videos foram tirados do canal Cris por Cris:
 https://www.youtube.com/channel/UCtLMv7uDUgrO1bRXcJqUUGg.

Cris Gimenez, faz um trabalho interessante com númerologia Kármica através das cartas de tarô.

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Relacionamento e religião.




Já perceberam o grande número de religiões e crenças que existem hoje em dia, parece que a medida que o tempo passa esse número aumenta, eu mesma descubro uma coisa nova a cada momento, gosto de estudar sobre religiões e filosofias religiosas diferentes. 

Antigamente as coisas pareciam fáceis ou eram as crenças que permaneciam escondidas,  no Brasil as religiões mais praticadas eram a católica, o espiritismo e o protestantismo, parecia que tudo estava limitado, claro que sei que não é só isso, sempre existiu várias outras religiões, mas não eram divulgadas, não eram faladas, muito disso se deve a repressão religiosa.

Hoje em dia parece ter havido um boom de crenças religiosas, muito se fala também em intolerância religiosa e muitos lutam pela tolerância religiosa, na verdade os tempos são outros, há uma liberdade maior de expressão, que reflete na expressão das manifestações religiosas e essa liberdade deve sim ser respeitada.

Está bem e porque estou dizendo isso, porque no meio de tantas filosofias, crenças religiosas diferentes, sem falar também naqueles que não tem crença nenhuma, no meio de tanta miscigenação filosófica, fica fácil encontrar alguém com ideias diferentes das suas, uma religião diferente.

Nesse caso ou você aceita a religião da pessoa seja ela qual for ou não aceita, mas sinceramente na minha opinião a religião do individuo seria um motivo menor para ele se tornar carta fora do baralho, a não ser se você fosse forçado a algo que não queira fazer, como se converter ou coisa parecida. Um casal de crenças diferentes podeira ficar juntos, desde que ambos respeitassem as crenças um do outro.

Vejo muitas discussões entre wiccanos e católicos, entre católicos e evangélicos, espiritas africanos com todo o resto citado antes, os ateus nem se fala, mas e se o Cupido agisse entre essas pessoas, elas deixariam de se relacionar por causa de seus rótulos, digo rótulos não desmerecendo as religiões, mas muitas vezes vejo pessoas não viverem suas filosofias espiritualmente e sim carregarem rótulos somente.

Pessoas de crenças diferentes podem sim se relacionar, namorar, casar, ter uma família, basta respeitar suas individualidades religiosas e ter a consciência de que se um dia tiverem filhos, devem deixar seus filhos livres para escolher qual religião seguir, claro que eu também aconselho ceder em alguns rituais típicos até para a família, como Batizados, Bar Mitzvah e coisas do tipo, se for para agradar os familiares de ambos os lados, esses tipos de celebrações podem até ser feitas, se as pessoas tiverem em mente que são celebrações familiares culturais e não que o filho vá ser obrigado a seguir determinada religião, quando atingir certa maturidade o individuo escolhe qual religião seguir pelo seu próprio livre arbítrio. 

sexta-feira, 12 de maio de 2017

O que seria destino?




O destino não é algo estático, pré determinado, muitas vezes eu até digo que algo estava no destino, marcado para acontecer, mas o destino é mutável e podemos moldar ou não nosso próprio destino.

Algumas coisas são para ser vividas neste mundo, sim verdade, mas como vivê-las depende de você, podemos amenizar algumas coisas em nosso destino e não aceitar tudo como uma cina, entrando num ciclo de acontecimentos que se repetem.

Imagine que algo aconteça em minha vida e me impossibilite de ter filhos, eu vou me lamentar e aceitar como se fosse algo determinado ou vou encontrar alguém que me aceite do jeito que sou e derrepente tentar uma adoção de crianças, o destino não é você simplesmente aceitar tudo sem agir.

Muitas vezes nossas ações nos levam a determinados pontos na linha do destino, mas nenhum ponto é o ponto final, pode ser o inicio de outro ou um ponto de mutação, onde você para para observar seu passado e analizar sua vida, sendo assim o destino não é linear e sim uma espiral com muitos pontos interligados.

Algumas vezes parecemos voltar ao passado, as histórias de nossas vidas parecem se repetir, quando não são com os mesmos protagonistas, vemos a mesma situação, só que com um protagonista diferente. Porque isso acontece? Porque não aprendemos, não vivemos o que deveríamos ter vivido é nesse ponto que o destino te prende, ele te prende num ciclo e fica te fazendo retornar até você aprender, essa é a espiral do destino. Você tem o livre harbitrio de viver e aprender com aquela situação experimentando ou apenas banalizando e a rejeitando de uma vez por toda, seria importante uma mudança de campo vibracional para sair desta situação. 

O destino existe, mas não é algo tão fantasioso como nos contos de fada, é preciso entender a dinâmica do destino para mudar o próprio destino, algumas coisas não podem ser mudadas, como estar em uma relação em que o outro não te valoriza e te maltrata, por mais que tente, você não conseguirá mudar essa situação, isso não é destino, ninguém veio ao mundo para sofrer, um relacionamento ruim te ensina a dar valor para si mesmo, te ensina desapego, de qualquer forma mesmo sendo ruim vai te ensinar alguma coisa, mas você não deve insistir no erro.

Minhas recomendações básicas se encaixam na questão do destino, primeiro lugar a auto estima, meditação, isso eleva o campo vibracional, não aceitar qualquer tipo de relacionamento achando que é destino, com um bom campo energético e uma boa vibração, você consegue atrair uma boa pessoa no seu destino. 

domingo, 7 de maio de 2017

Lei da atração, almas gêmeas, coisas que parecem bobagem ...





Vamos falar um pouco mais sobre a lei da atração, almas gêmeas, coisas que parecem bobagens místicas. Na minha opinião não é que sejam bobagens, mas são mal interpretadas, vou explicar um pouco mais para quem quer entender melhor.

Vamos começar pela alma gêmea, aqui falamos muito na questão do relacionamento amoroso romântico, mas as almas gêmeas são pessoas que vem ao mundo cumprir resgates de outras vidas, podendo ser pais e filhos, pessoas da família, um amigo muito chegado a você, nem sempre acontece de ser o parceiro romântico e acredito que na maioria das vezes para resolver as pendengas do passado, as almas gêmeas que precisam resgatar alguma questão pessoal passada provavelmente nasceram na mesma família, por isso tem família que briga tanto, muitas vezes porque tem muitas questões a serem resolvidas.

Existem aquelas almas gêmeas que realmente se conhecem e vem resgatar coisas passadas e na maioria das vezes essas coisas não são flores, pois se a vida anterior dessas pessoas fosse maravilhosa, elas não precisariam voltar a esse planeta e por esse motivo não nos lembramos da nossa alma gêmea que temos dividas, imagine lembrar que você jogou seu irmão desta vida, do alto de uma montanha, as coisas seriam estranhas, seria preciso os dois aprenderem a conviver sem essa lembrança.

Um outro tipo de alma gêmea é a da afinidade carmica, pessoas vem ao mundo para aprender coisas e evoluir, mas existem grupos de pessoas para cada tipo de aprendizado e evolução, como se fossem alunos em salas de aulas. Sendo assim, existem no mundo várias pessoas que vieram aprender coisas parecidas com você, elas estão na sua sala de aula, vocês tem o mesmo nível de elevação espiritual, por isso são almas afins, almas gêmeas, mas todo relacionamento com alma gêmea tem como característica a elevação espiritual, se não houver uma elevação, não é alma gêmea e o relacionamento não é sadio.

Agora como funciona a lei de atração, parece fácil e ao mesmo tempo sem o menor fundamento. O pensamento positivo atrai coisas positivas e o pensamento negativo atrai coisas negativas. Então seria fácil, só pensar que vou encontrar o amor na minha vida ou que aquela pessoa específica vai ser minha e vai ficar tudo certo. Não é assim que a coisa funciona.

Em primeiro lugar existe um fundamento cientifico para a lei de atração e está na física quântica, tudo que existe em nosso planeta inclusive nós humanos, tudo, absolutamente tudo é composto por átomos e esses são compostos de prótons e elétrons, energia positiva e negativa, tudo é energia.

Essa coisa de que polos opostos se atraem, só funciona se estivermos falando do imã, na lei da atração são os polos iguais que se atraem, você atrai aquilo que vibra na sua frequência energética.

Usando como exemplo os relacionamentos, imagine que você está interessado em uma moça, por mais pensamento positivo que faça, se ela não estiver na mesma frequência positiva que você, não adianta que ela não virá, mesmo forçando a barra o relacionamento não dura, mas caso a outra pessoa mude a frequência, ela poderá ser atraída sim. 

Imagine que está moça em questão esteja passando por problemas pessoais, esteja depressiva, sua energia está baixa, negativa, se você é uma pessoa positiva não conseguirá entrar na frequência da moça e nem deve, o certo é evoluir, pelo bem dela seria melhor que ela levantasse suas energias, pois nesse estado ela estaria passando por uma faze do dedo podre, só gente ruim chega perto dela. 

Eu sugiro para quem está com uma frequência energética ruim, que façam meditação, somente assim poderão encontrar pessoas legais e quem sabe entrar na frequência energética daquela pessoa legal que já estava interessada em você.

Mas então e as pessoas que são muito diferentes? Não tem diferença, existe algo na energia das duas pessoas que as atraíram, se for um relacionamento conturbado, trata-se de energias negativas e se for uma relação em que uma das partes evolua, então existe a ação de boas energias. Muitas vezes criticamos o outro, mas talvez o outro tenha algo que nós não aceitamos em nós mesmos, talvez o outro não seja tão oposto assim, nós é que não enxergamos a semelhança. 

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Proposta machista.





Já faz um tempo atrás, uma amiga minha me ligou me pedindo conselhos, diz ela gostar de meus conselhos a respeito de relacionamentos, segundo ela eu deveria ter me formado em psicanalise, enfim. Essa minha amiga estava anos casada com um homem mais velho que ela e muito centrado, muito tranquilo, do nada ele entrou em um processo de depressão e quis o divórcio, ela não pode fazer nada, mas não é sobre isso que quero falar, esse assunto envolve doenças psicológicas que levaram a um fim extremo,  eu quero falar no que estava acontecendo com minha amiga após o divórcio.

Após o divórcio eu pude notar que minha amiga martelava muito em cima do mesmo assunto, "preciso arranjar um namorado", mas era quase que algo obsessivo e eu estava preocupada. Toda separação gera um trauma e como eu mesma escrevi neste blog, existe o luto, eu fiz um post falando somente sobre o luto, ele precisa ser vivido e resolvido. 

Sair no desespero a procura de alguém somente porque seu relacionamento acabou não é a solução, muito pelo contrário, você pode se machucar ou machucar alguém.

Outra coisa que eu pude reparar era uma grande carência afetiva por parte dela e a carência é algo muito perigoso, ela nos faz querer qualquer pessoa e não é mentalmente saudável se entregar a qualquer pessoa por carência, não se você tiver como objetivo um relacionamento sério, pois você pode acabar em uma situação igual a que a minha amiga estava e que eu vou contar para vocês agora.

Já fazia um ano que ela estava separada do marido e ela arranjou um namorado, ela veio falar comigo pois o tal namorado vivia brigando com ela, era ciumento e possessivo, ele estava dando um tempo na relação, mas deu um ultimato: "ELA CASA COM ELE OU ESQUECE? PORQUE ELE NÃO CONFIA NELA LONGE DELE".

Eu pensei: "CORRA PARA AS MONTANHAS !!!!! 

Pensei em jogar um balde de água gelada na minha amiga, em bater nela, em dar uns dez comprimidos de rivotril para ela tomar, eu respirei fundo, minha voz não saia, eu não sabia o que dizer para ela, eu tinha que arranjar um modo mais delicado o possível para chegar ao meu objetivo, fazer ela correr dessa assombração. 

Perguntei a ela o que ele fazia, o que estudava? Essa minha amiga tem mania de estudar e colecionar diplomas, tem duas graduações e sei lá quantas pós graduações e para meu espanto, ela me disse que ele trabalhava como operador de escavadeira em obra e não tinha muito estudo. 

Antes de parecer que estou criticando o sujeito por não ter estudo e trabalhar em obra, aqui mesmo neste blog eu fiz um post falando sobre semelhanças entre as pessoas, não é preconceito, mas pessoas com afinidades e semelhanças, conseguem manter um diálogo melhor.

Minha amiga disse ainda que ele queria voltar para o Piauí e queria que ela fosse junto, não queria que ela trabalhasse, pois era função do homem trabalhar. Nessa hora eu comecei a me meter, disse a ela que a carreira dela estava decolando, ela havia acabado de abrir um consultório de psicopedagogia, na minha opinião ela começava a ascender frente ao namorado e isso incomodava ele, na mente dele era difícil aceitar uma mulher com uma posição social mais importante que a dele, com um consultório próprio, independente, sendo assim ele queria podar tudo aquilo que ela representava.

Ela concordou comigo, felizmente. Ela me disse que incomodou bastante o fato dele ter dito que queria se casar com ela, pois a casa dele era um pouco distante e ele não confiava nela longe dele, disse ela que as pessoas deveriam se casar por amor e não por desconfiar do outro, eu concordei.

Ela me disse que mesmo sabendo, que não era correto seder as vontades deste sujeito, ela sentia muita falta dele e gostava muito dele, tentei explicar a ela algo que sempre escrevo nos meus posts. O perigo da carência afetiva e como ela nos iludi, muitas vezes pensamos gostar de alguém, mas se tiver carência envolvida, talvez não seja amor de verdade, é preciso rever todos os pontos para atrair a pessoa certa, ter um bom relacionamento e encontrar o amor verdadeiro. 

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Vale night

Essa semana eu estava andando pela rua e ouvi dois rapazes saindo de um escritório conversando. Um deles dizia que estava começando a ficar com uma moça, estavam saindo umas duas semanas se não me engano, o rapaz disse ao amigo que teria um show que queria ir e não sabia se conseguiria comparecer. No caso ele havia comentado do show com a moça e que ele queria ir e perguntou se ela queria ir também, algumas moças mostram uma certa indecisão, ou para fazer charme ou talvez por não estar interessado no programa específico e ficam sem jeito de falar sobre isso, foi então que o rapaz disse a moça.


: - Decide logo, ou você vai começar me dando o vale night logo de inicio.


Ela prontamente disse que iria e ele teria que se virar para conseguir dois ingressos, mas o sujeito vira para seu amigo e fala que seria bom ele já ir vendo uns vale nights.


Eu pensei, vale night é sinônimo de traição, ameaça, insegurança, o certo seria que não existisse o vale night.


O vale nigth é uma palavra que deveria significar, ter a liberdade de sair com os amigos, ter a liberdade de sair sozinho, sendo você uma pessoa comprometida com alguém, porém a vida cotidiana leva a palavra a um rumo diferente. O vale nigth se torna sinônimo de libertinagem, uma fuga de um compromisso, mas com intenções deturpadas.


Outro ponto falho, o sujeito no inicio de alguma coisa que ele espera ser um relacionamento, ele faz piadinhas, brincadeirinhas, mesmo que digam: Mas são só brincadeiras e o seu senso de humor onde fica? São as pequenas coisinhas, que são como gotas em copo d'água, um dia transborda. Esse joguinho de ameaças e brincadeiras trazem desconfianças, inseguranças, vão minando o relacionamento. A pessoa que faz esse tipo de jogo no fundo é também uma pessoa insegura e acaba plantando a insegurança em seu parceiro, nem preciso dizer que o fim da história não é feliz, nenhum relacionamento floresce em cima da insegurança, imagine aqueles que já nascem na insegurança.


Terceiro ponto desta história é quando o sujeito vira para o amigo e diz que está precisando conseguir uns vale nigth. Hã? Como assim? O sujeito não havia começado a ficar com a moça a duas semanas e está pensando futuramente nos vale nigths que terá, ou o rapaz se relaciona com pessoas erradas e isso causa nele um desgaste emocional, ou ele faz tudo de uma forma errada, de qualquer forma, se ele não é uma pessoa com falha de caráter, certamente pode se tratar de uma pessoa que administra mal sua vida amorosa e isso causa um desgaste.


Meu modo de enxergar as coisas para não haver inseguranças e desgastes emocionais, em primeiro lugar abolir o vale nigth, nessa conotação negativa, na verdade esta palavra nem precisava existir. Apartir do momento em que, dois individouos se tornam um casal, isso não quer dizer que os dois são as ultimas pessoas da face da Terra, ainda existe a individualidade e é preciso que ela exista para que ambas as pessoas se mantenham saudáveis.


Então por exemplo, eu que gosto de filmes de ficção cientifica, ninguém é obrigado a gostar, se eu estivesse com alguém e se essa pessoa não gostasse, simplesmente eu iria ver o filme sozinha, até porque tenho o costume de ir ao cinema sozinha, para mim não seria novidade, a novidade seria para a outra pessoa, também não iria querer obrigar ninguém a fazer aquilo que não quer. Não falaria a palavra vale nigth, pois poderia levar a uma interpretação errônea, apenas diria que o filme que eu quero ver está passando no cinema e que eu iria ver, se a pessoa quisesse ir comigo tudo bem, mas se não quiser, também está tudo bem, pois ninguém é obrigado a gostar do que eu gosto e eu estou acostumada a sair sozinha.


Agora quem sai com os amigos, ótimo.


Mas para isso dar certo é preciso haver diálogo, é preciso ter caráter, se você se propôs a estar em um relacionamento baseado em fidelidade, então é preciso cumprir, se ambas as partes são fiéis, o vale night pode ter duração de 6 meses no Japão e ainda assim as pessoas se manterão fiéis umas as outras, confiança e segurança também são importante, mas a base de toda essa história mora no velho e bom diálogo, então cuidado com as palavras.