quarta-feira, 22 de abril de 2015

Conduta do parceiro / parceira




Quando pensamos em relacionamentos idealizamos uma pessoa perfeita, um relacionamento perfeito, criamos uma ilusão. Está certo que ilusões são perigosas e quase sempre nos levam a nos machucar.

Mas não creio que seja errado ter algum critério na hora de escolher alguém, afinal faz parte de se dar valor, você não vai se entregar a qualquer pessoa.
Quando eu era adolescente conheci meu primeiro namorado e namorei com ele por anos, até atingir a maior idade. Meu primeiro namorado era espírita kardecista, vindo de uma família espírita, tinha uma conduta bem diferente dos outros rapazes. Ele era meu amigo, companheiro, professor, já que estudávamos muito juntos, ele me ajudava com minhas dificuldades de aprendizagem, era alguém com quem eu podia contar.

Eu tenho em mente um modelo de conduta, que seria a do namorado amigo e companheiro. Por mais que me digam que ninguém é perfeito, por mais que eu esteja buscando e errando, sim, errando, para acertar tem que errar, estou tentando acertar já faz tempo, eu devo a mim mesma minha felicidade, sendo assim eu tenho que estabelecer critérios mínimos de conduta, para o que poderia ser um relacionamento ideal.

Minha dica, além de manter os olhos bem abertos e não se cegar por paixões, observe os defeitos, as qualidades e estabeleça critérios sim. Se dê valor, pense no que é melhor para você, no que te faz feliz, amor que faz sofrer, não é amor.

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